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Emergentes têm entrada de US$ 2,1 bilhões em setembro, segundo IIF

Álvaro Campos
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Segundo o instituto, dados mostram que está crescendo um sentimento de aversão ao risco no mundo emergente Os fluxos de portfólio para os emergentes ficaram positivos em US$ 2,1 bilhões em setembro, acima dos US$ 700 milhões de agosto. Do total de setembro, os mercados de ações tiveram saída de US$ 10,8 bilhões, enquanto em dívida houve entrada de US$ 12,9 bilhões, segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF). “Uma nova rodada de turbulências nos mercados, a incerteza com as eleições nos EUA, o fortalecimento do dólar e questões pendentes sobre a trajetória da recuperação pós covid-19 marcaram as dinâmicas dos fluxos de não residentes em setembro”, diz o IIF. Segundo o instituto, dados de alta frequência mostram que está crescendo um sentimento de aversão ao risco no mundo emergente. Nas últimas semanas de setembro, os fluxos de saída dos investimentos de portfólio eram quase tão grandes quanto no “taper tantrum”, em 2013, e nos receios com a desvalorização do yuan em 2015. “E isso considerando que as eleições nos EUA apenas começaram a entrar no radar”. Do fluxo total negativo de US$ 10,8 bilhões para ações de mercados emergentes em setembro, a China teve saldo negativo de US$ 4 bilhões. As entradas foram concentradas na América Latina (US$ 1,6 bilhão) e na Europa emergente (US$ 1,1 bilhão), enquanto as outras regiões tiveram saída. Pixabay