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Emergentes retomam emissões de títulos à espera de sinais do Fed

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Emissões de títulos de mercados emergentes são retomadas antes da reunião do Federal Reserve esta semana, já que crescentes expectativas de redução do estímulo nos EUA estimulam a captação de recursos enquanto os juros ainda estão baixos.

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A semana passada interrompeu a calmaria dos últimos meses para dívidas denominadas em dólares e em euros, com US$ 36 bilhões em emissões de governos e empresas, em comparação com apenas US$ 90 bilhões captados nas 10 semanas anteriores. Emissões da Indonésia, Turquia, Chile, Sérvia e Hungria foram recebidas com forte demanda dos investidores. A Arab Petroleum Investments, emissora do Oriente Médio, deve iniciar o contato com investidores na segunda-feira, enquanto a Nigéria se prepara para sua primeira emissão de títulos em dólares em quase três anos.

A retomada contrasta com um mercado onde as vendas de títulos caíram para o ritmo trimestral mais lento em três anos devido à desaceleração sazonal, bem como a turbulência no segmento de dívida corporativa relacionada à incorporadora China Evergrande. Uma série de refinanciamentos de dívida e expectativas de sinais sobre a redução do estímulo pelo Federal Reserve criaram um senso de urgência.

“Vai acelerar muito a partir de agora, e o quarto trimestre será forte”, disse Nick Eisinger, codiretor de renda fixa ativa de mercados emergentes da Vanguard Asset Management, em Londres. “Muitos países ainda não concluíram seus financiamentos e alguns irão pré-financiar no próximo ano”, especialmente antes da redução do estímulo pelo Fed.

Governos e empresas de países em desenvolvimento têm cerca de US$ 102 bilhões em dívidas vencendo até o fim deste ano e mais US$ 389 bilhões em 2022. Isso aumentaria o caixa de investidores e os deixaria ansiosos para reinvestir em mercados emergentes, desde que ofereçam rendimentos extras atraentes em relação aos títulos do Tesouro dos EUA. Fundos de títulos de mercados emergentes registraram entradas de US$ 1,4 bilhão na semana até 15 de setembro, disse o BofA, citando dados da EPFR Global. Os fluxos este ano ultrapassam US$ 30 bilhões.

“Compraríamos dívida nova e estamos em posição de fazer isso em nosso fundo”, disse Eisinger.

O verão no hemisfério norte é normalmente um período fraco para emissões de títulos, mas este ano governos tiveram ainda menos incentivos para captar recursos, já que o Fundo Monetário Internacional liberou fundos e os preços do petróleo subiram. As emissões totalizam US$ 127 bilhões neste trimestre frente a US$ 161 bilhões no mesmo período do ano passado.

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