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Emergentes devem superar dívida corporativa (Correção)

(Bloomberg) -- Depois do pior ano em mais de um quarto de século, as coisas só podem melhorar para os títulos soberanos dos países em desenvolvimento, de acordo com estrategistas do Morgan Stanley.

A dívida soberana de mercados emergentes dará um retorno de 10% em 2023 e será uma aposta melhor para os investidores do que as empresas americanas, disseram James Lord, Simon Waever e Emma Cerda em nota.

Eles esperam uma liquidação no mercado de títulos corporativos dos EUA, com alta nos prêmios de risco para 155 pontos-base no segmento de grau de investimento, e 575 no de grau especulativo.

O JPMorgan EMBI Global Diversified Composite Index, que é referência para dívida soberana de emergentes, perdeu cerca de 20% até agora em 2022 e está a caminho de seu pior ano desde pelo menos 1994. Quase todos os outros segmentos da renda fixa também amargam perdas de dois dígitos.

“O dólar e a inflação atingiram o pico, enquanto os mercados devem antecipar um crescimento global em breve. Esta é uma ótima notícia para os ativos de mercados emergentes, que devem se fortalecer nos próximos meses, auxiliados pelo baixo posicionamento do investidor”, escreveram os estrategistas. Mesmo assim, eles aconselham cautela, porque “a incerteza sobre as perspectivas de longo prazo para os mercados emergentes é alta”.

A banco prevê que os yields dos títulos do Tesouro americano de 10 anos cairão para 3,75% até o segundo trimestre, o que ajudará o prêmio de risco da dívida soberana de emergentes baixar para 460 pontos-base, disseram.

O Goldman Sachs, por outro lado, prevê que o spread aumentará um pouco, em cerca de 10 pontos-base no próximo ano, mas isso será compensado por yields mais altos, segundo um relatório do banco.

As métricas de preços são fundamentais, disse o Morgan Stanley. As dívidas de alto risco de economias emergentes já “precificam um alto grau de estresse, o que está longe de ser o caso na de grau especulativo nos EUA”, disseram.

Eles também esperam que as moedas das principais economias emergentes se fortaleçam e superem as de nações desenvolvidas.

O Morgan Stanley se junta ao UBS, que na semana passada também fez uma previsão otimista de retornos de dois dígitos para os títulos do mundo em desenvolvimento em 2023, à medida que a inflação nos EUA esfria ainda mais e a China se recupera.

(Corrige terceiro e sexto parágrafos para dizer que os prêmios de risco irão “para” os níveis indicados)

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