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Emendas parlamentares devem ficar em R$ 37 bilhões

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
BRAZIL - 2019/09/15: In this photo illustration the fifty and hundred reais banknotes is being displayed. 
The Real is the current money in Brazil. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Volume do Orçamento destinado a emendas será recorde, apesar dos cortes

O impasse político em torno do Orçamento 2021 deve ser resolvido na próxima quinta-feira (22), com a redução do valor destinado a emendas parlamentares. Apesar do corte, o volume ainda deve ser recorde comparado aos anos anteriores, em torno de R$ 37 bilhões, segundo um levantamento feito com dados do Siga Brasil, do Senado Federal. As informações são do Estadão. 

Leia também:

As emendas são recursos que podem ser direcionados por senadores e deputados para que sejam feitas ações em suas regiões.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem até a próxima quinta-feira (22) para sancionar o texto. Durante live da XP nesta segunda-feira (19), a ministra da Secretaria de Governo Flavia Arruda afirmou que o governo já chegou a um acordo com o Congresso e decidiu vetar parcialmente o Orçamento 2021. Com isso, serão cortados R$ 10,5 bilhões em emendas parlamentares.

O que se fala no Legislativo

Já nos bastidores do Legislativo, o que corre é que o veto nas emendas de relator pode ser de até R$ 13 bilhões. Com isso, o valor a ser destinado seria de R$ 34 bilhões. O corte aceito pelo Congresso não pode ser maior que isso, porque seriam atingidas verbas de interesse direto dos parlamentares.

Na última segunda-feira, foi aprovado no Congresso um projeto para solucionar a questão com as despesas obrigatórias, como seguro-desemprego e Previdência, que foram subestimadas. Esse projeto permite que o presidente bloqueie as despesas sob controle dos ministérios em uma quantia que atenda as despesas obrigatórias.