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Embaixador birmanês na ONU pede ações contra junta militar

·1 minuto de leitura
Kyaw Moe rejeitou o golpe militar de 1º de fevereiro em Mianmar e ignorou a decisão dos golpistas de tirá-lo do cargo de embaixador birmanês na ONU

O embaixador de Mianmar na ONU, que se recusou a deixar o cargo após ter sido destituído com o golpe de fevereiro, pediu "medidas coletivas efetivas" contra a junta militar, poucos dias depois do Conselho de Segurança analisar a situação naquele país.

"É de extrema urgência que a comunidade internacional tome medidas coletivas eficazes para prevenir possíveis crimes contra a humanidade e a eclosão de uma crise humanitária regional", declarou Kyaw Moe Tun em uma carta à ONU datada de 28 de maio e divulgada nesta segunda-feira (14).

“A falta de tais ações por parte da comunidade internacional incitará ainda mais os militares a continuar cometendo atos desumanos e brutais contra civis e resultará na perda de vidas civis inocentes em Mianmar”, acrescentou.

Kyaw Moe Tun rejeitou veementemente o golpe militar de 1º de fevereiro contra a presidente civil Aung San Suu Kyi e ignorou a decisão dos conspiradores de não mais representar o país na ONU.

"Se a comunidade internacional, incluindo a ONU, tivesse tomado uma ação decisiva e oportuna contra os militares, a perda de 800 vidas inocentes teria sido evitada", lembrou o embaixador.

A China trabalhou repetidamente para retardar a análise da crise em Mianmar pelo Conselho de Segurança. Mas uma reunião a portas fechadas está marcada para sexta-feira para discutir os esforços de mediação da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), revelaram diplomatas nesta segunda-feira.

A última deliberação sobre Mianmar no Conselho foi em 30 de maio. Por unanimidade, o órgão pediu o fim imediato da violência conforme estabelecido no plano da Asean.

prh/sst/gm/gma/am

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