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EMA analisa pedido de autorização da vacina Moderna para crianças entre 6 e 11 anos

·1 min de leitura
Os dados dos testes clínicos com mais de 4.700 crianças desta faixa etária "demonstram uma forte resposta imunológica (...) um mês depois da segunda dose e um perfil de segurança favorável", afirmou a Moderna (AFP/Patrick T. FALLON)

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou nesta quarta-feira(10) que deve decidir em cerca de dois meses se a aplicação da vacina contra covid-19 da Moderna pode ser estendida a crianças de 6 a 11 anos.

Vários países, incluindo França e Alemanha, desaconselham a injeção desta vacina em pessoas com menos de 30 anos de idade devido a um baixo risco de inflamação cardíaca.

A empresa americana de biotecnologia apresentou na terça-feira um pedido de autorização da vacina contra o coronavírus ao regulador europeu para ser usada nessa faixa etária.

"O programa de avaliação atual prevê uma decisão em cerca de dois meses, a menos que mais informações ou análises sejam necessárias", informou a EMA, com sede em Amsterdã, em nota.

"Este é um cronograma acelerado quando comparado a análises semelhantes fora da pandemia", acrescentou a EMA.

Até agora, o soro da Moderna é autorizado pela EMA a partir dos 12 anos. Mas vários países, incluindo a França, desaconselharam na segunda-feira o uso do produto abaixo de uma certa idade (30 anos no caso francês), por temores de que pudesse causar miocardite.

Este efeito colateral foi detectado especialmente em adolescentes e adultos jovens, principalmente homens.

No final de outubro, a Moderna anunciou resultados positivos de seus testes clínicos em crianças de 6 a 11 anos, uma vez que a vacina provocou "uma forte resposta imunológica" com níveis "robustos" de anticorpos detectados.

A EMA também estuda dados da Pfizer, que solicitou permissão para usar seu imunizante em crianças de 5 a 11 anos. Essa análise pode ser concluída em dezembro, informou o regulador na semana passada.

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