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Em sinalização ao mercado, Bolsonaro afaga Guedes e diz não ter briga com Petrobras

DANIEL CARVALHO
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  05-02-2021 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 05-02-2021 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Depois de derrubar o mercado com declarações e intervenção na Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) procurou tranquilizar investidores nesta terça-feira (23) ao afagar o ministro Paulo Guedes (Economia) e ao dizer que não quer brigar com a petroleira.

"Energia é uma coisa extremamente importante para nós. Não temos uma briga com a Petrobras. Queremos, sim, que, cada vez mais, ela possa nos dar transparência e previsibilidade", disse Bolsonaro ao discursar em um evento no Palácio do Planalto com dezenas de prefeitos de todo o país.

"Não precisamos esconder reajustes ou seja lá o que for que integra o preço final dos combustíveis", prosseguiu o presidente.

Bolsonaro também comemorou a sinalização de recuperação da Petrobras um dia depois de a empresa registrar perdas de mais de 20% em suas ações.

Dirigindo-se a "todos aqueles que não se deixaram levar pelas falácias da mídia", ele disse que a estatal havia recuperado 10% nesta terça.

"As acusações infundadas duraram poucas horas", afirmou.

Nesta tarde, Bolsonaro mudou de tom em relação ao atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

Na segunda-feira (22), em conversa com apoiadores, o presidente disse que o chefe da estatal havia ficado 11 meses "sem trabalhar", referindo-se ao home office feito por causa da pandemia.

Já nesta terça, disse que sai "um bom gestor" para entrar "outro excelente gestor", referindo-se ao general Joaquim Silva e Luna.

Diante das especulações de que Paulo Guedes poderia deixar o Ministério da Economia por causa da intervenção na Petrobras, Bolsonaro também procurou afagar o ministro.

"Uma das pessoas mais importantes nesta luta foi o senhor ministro Paulo Guedes, que, obviamente, por ser um homem que decide as finanças do governo, ele tem amigos e opositores, mas todo mundo, a todos, ele tratou com muita galhardia. E precisamos da economia para vencer a pandemia", disse Bolsonaro.