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Em São Paulo, 'sessentões' são primeiros a chegar em dia ainda mais vazio do Enem

·2 min de leitura

SÃO PAULO — Os vestibulandos mais velhos foram os primeiros a chegar à Universidade Mackenzie, em Higienópolis, região central da capital paulista, para o segundo dia de provas do Enem 2021, marcado pelo total esvaziamento.

O aposentado Luiz Carlos Bessa, 60 anos, foi o primeiro da fila quase inexistente formada na frente dos portões. Em 2016 ele prestou a prova para Jornalismo e passou. Não gostou e trancou a matrícula. Quatro anos depois voltou a prestar a prova para o mesmo curso. Passou, mas foi realocado para Direito.

Iniciou-se um debate familiar sobre qual seria o proveito do curso em sua vida. E ele decidiu não fazer. Agora está de volta, e a primeira opção é justamente Direito.

— Senti que era um chamado — disse.

Enfrentando a resistência do filho e do neto, vai encarar a prova desse domingo com naturalidade. O maior empecilho é a matemática, cuja dica dele é simples: "encarar sem medo dela, assim ela não cresce."

Diante de uma prova que achou fácil na última semana e garante "ter ido muito bem", Bessa disse que chegou cedo por oportunismo. Mora no bairro vizinho da Santa Cecília e tinha ido visitar amigos. Com sede, lembrou que os promotores de faculdades particulares que ficam na entrada dos locais de prova oferecem água.

— Era mais fácil que ir em casa — disse.

Moradora da Vila Carrão (zona leste), distante quase 25 km do local, a transportadora Maria Monteiro Ferreira, 52, chegou cedo pelo fato de a filha ser fiscal de sala em outro local de prova. Veio ao Mackenzie com o neto Caio, de 6.

— Aqui tem monitores, tem toda a estrutura para ele ficar enquanto eu faço a prova — disse.

Ela, que também quer cursar Direito, acha que foi mal no primeiro dia de provas e reclama da dificuldade.

— Fiz o Enem por pressão dos meus filhos, mas acho que não me preparei da forma como deveria — avaliou.

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