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Em reunião com Lira, deputados defendem baixar o tom contra a Petrobras

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Na reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na noite de segunda-feira (20), líderes partidários manifestaram preocupação com o tom da ofensiva da Casa contra os reajustes dos combustíveis.

O próprio Lira tem feito críticas pesadas à estatal, como num artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo no domingo (19).

Não porque o problema não seja grave –a maioria relatou estar sendo cobrada pelos eleitores e há um receio com os efeitos na urna.

Mas porque o tom adotado pode acabar trazendo para o colo dos parlamentares a responsabilidade de uma questão para a qual eles não dispõem de muitas ferramentas para resolver.]

Não à toa, os deputados criticaram bastante no encontro o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Na avaliação dos presentes, ambos se omitem no momento em que deveriam tomar a dianteira na busca de uma solução.

A aliados, Lira tem dito ter saudades do ex-ministro Bento Albuquerque, tamanha a inabilidade de Sachsida.

O atual titular da pasta participou nesta terça-feira (21) de audiência na Câmara e, em vez de baixar a temperatura, saiu criticado por parlamentares da base e da oposição.

Um dos pontos mais confrontados foi quando exaltou os altos lucros da Petrobras. "Eu gostaria de compartilhar aqui um ranking de companhias petrolíferas pelo mundo. Nós podemos verificar que a Petrobras foi a terceira que teve o maior lucro líquido, mesmo sendo a sexta em produção, a sexta em empregados, a sétima em patrimônio líquido; ela foi a terceira em lucro e a segunda que mais distribuiu dividendos", afirmou.

Na avaliação de parlamentares, faltou tato ao ministro para entender que não se tratava de uma apresentação para investidores e, sim, para parlamentares cobrados pela alta inflação.

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