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Em primeiras projeções após eleição, mercado vê mais inflação este ano e mais crescimento em 2023

Sede do Banco Central, em Brasília

Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - Analistas consultados pelo Banco Central elevaram levemente as estimativas para a inflação neste ano e para o crescimento do PIB em 2023, nas primeiras projeções econômicas depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência.

O BC divulgou nesta segunda-feira seu relatório Focus, fechado na sexta-feira, dia 4 de novembro, depois da decisão em segundo turno. Após derrotar o candidato à reeleição Jair Bolsonaro, Lula voltará à Presidência pela terceira vez.

O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para o avanço do IPCA em 2022 subiu 0,02 ponto percentual, a 5,63%, na segunda semana de alta seguida. Para 2023 e 2024 seguem as perspectivas de aumentos de 4,94% e 3,50% dos preços, respectivamente.

O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,50%, para 2023 é de 3,25% e para 2024 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento deste ano segue em 2,76%, mas para o próximo melhorou a 0,70%, de 0,64% antes.

A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve encerrar este ano nos atuais 13,75, e 2023 em 11,25%, sem alterações.