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Em noite do jovem John Kennedy, Fluminense bate o Flamengo no Maracanã

·3 min de leitura

Um Fla-Flu nunca está decidido antes da hora. Não importa a diferença de qualidade técnica entre as equipes. Mesmo diante do poderoso Flamengo, que disputa título em três campeonatos na temporada, o tricolor entrou em campo com melhor retrospecto no ano (contando jogo do Brasileiro de 2020). Mas neste sábado no Maracanã o poder de fogo do rubro-negro mal gerou faíscas no gol de Marcos Felipe, e o Fluminense venceu a quarta partida de 2021, numa noite iluminada do jovem John Kennedy, que fez dois gols na vitória por 3 a 1.

Na estreia como titular no clássico, o jovem atacante de 19 anos apenas repetiu o que já fazia na base do Fluminense. Por lá, ele marcou 10 gols em Fla-Flus. Não à toa ganhou o apelido de carrasco do rubro-negro.

Com o resultado, o Flamengo estacionou nos 46 pontos e vê o título a cada dia mais longe; o Fluminense não mudou de posição mas se aproximou um pouco mais do G-6.

O rubro-negro, inclusive, perdeu a vice-liderança para o Fortaleza, que derrotou o Athletico-PR por 3 a 0 e agora soma 48 pontos. Ainda pode ser ultrapassado pelo Palmeiras que enfrenta o Sport na segunda-feira. Porém, tem dois jogos a menos.

O técnico Renato Gaúcho já antecipara as previsíveis dificuldades por causa da série de desfalques. O time não pôde contar com Isla, Filipe Luís, Arrascaeta, Bruno Henrique, Gabriel Barbosa e Pedro. As apostas de início foram em Vitor Gabriel, que teve poucas oportunidades para manter o alto rendimento do ataque mais ofensivo do Brasileiro,e Diego, nervoso, com erros excessivos de passe e pendurado com cartão amarelo já nos minutos iniciais da partida.

Ainda assim, parte do estilo de jogo do time estava presente ali. Domínio do campo e da bola, aproximação pelas laterais e presença constante da intermediária para o ataque. Michael tentava ser o desafogo num dia apagado de Everton Ribeiro. Mas fora uma bola no travessão de Matheuzinho, nada preocupava o goleiro Marcos Felipe. Só uma quase falha dele, no primeiro tempo, poderia mudar o placar a favor do Flamengo.

O Fluminense nada tinha a ver com os problemas do rival. Se não tem um jogo brilhante nem um esquema tático que use todo o potencial do elenco, ao tricolor não faltam juventude de Xerém para acelerar o contra-ataque e disposição defensiva. A principal dificuldade foi manter esse fôlego em todo o jogo.

A seu favor contou com a noite inspirada de John Kennedy, em seu primeiro jogo como titular, e de Luiz Henrique. A tática de Marcão era simples: segurar o Flamengo com a participação de todo o time na marcação e jogar no contra-ataque. Ambos deram conta da estratégia.

Os gols, um em cada tempo praticamente na mesma minutagem, saíram depois de um período de domínio do Flamengo e erros na marcação. No primeiro, o jovem surgiu nas costas de Renê, finalizou de primeira, Diego Alves defendeu e ele mesmo aproveitou o rebote. O segundo saiu no primeiro contra-ataque do time. Luiz Henrique cruzou rasteiro e John Kennedy se jogou na bola para fazer 2 a 0.

Renato Gaúcho já havia feito as mudanças que deram mais ímpeto ao time na etapa final. Principalmente com Vitinho no lugar de Diego. Mas apesar da pressão que vinha exercendo, só conseguiu diminuir num lance de sorte de Renê, que chutou de longe, aos 26. Mas o Fluminense jogou a pá de cal no rubro-negro aos 40 com um golaço de Abel Hernández, no ângulo, após falha de Gustavo Henrique.

No fim, o treinador saiu aplaudido pela torcida tricolor e xingado pelos rubro-negros.

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