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Em meio a queixas sobre ensino remoto, Niterói avalia retorno híbrido na rede municipal

Lívia Neder
·2 minuto de leitura

NITERÓI — Com previsão apenas de aulas remotas até sexta-feira, mesmo após a prefeitura flexibilizar o funcionamento de escolas para os segmentos da educação infantil e os três primeiros anos do ensino fundamental I, a Secretaria municipal de Educação vai realizar uma reunião, esta semana, para avaliar a possibilidade de oferecer ensino híbrido na rede municipal a partir do dia 26.

De acordo com a prefeitura, assim como é feito desde o ano passado, após análise das secretaria municipais de Educação e Saúde para avaliar as condições de retorno às aulas presenciais na rede municipal, será divulgado se as aulas ocorrerão no sistema híbrido ou remoto.

Implantada no dia 25 de março, no início do ano letivo na rede municipal, a plataforma Niterói em Rede vem recebendo críticas de responsáveis de alunos.

Na semana passada, a postagem de uma mãe reclamando sobre o funcionamento da plataforma em um grupo nas redes sociais gerou diversos comentários de outras pessoas que também estão passando por problemas.

Dificuldades de acesso

Com uma filha de 6 anos matriculada na Escola Professora Maria Lourdes, no Fonseca, a artesã Flávia Taborda conta que a reclamação entre os responsáveis que têm filhos na unidade é geral:

— Os professores alegam que é a primeira vez que estão usando a plataforma. A reclamação é geral. A direção até está muito solícita, tentando resolver. Às vezes não tem conexão, e o problema não é a internet. Em alguns momentos aparece a imagem sem a voz e em outros não aparece nada, só conseguimos falar por chats. Já aconteceu de a minha filha estar logada na aula ao vivo e não ver a transmissão. Depois fiquei sabendo que apenas dois alunos conseguiram. Se está ruim para mim, fico imaginando para outras famílias que têm menos estrutura. Na turma da Valentina são 17 alunos e, diariamente, só oito assistem às aulas.

O secretário de Educação, Vinicius Wu, destaca a importância da plataforma, no sentido de aperfeiçoar o ambiente virtual com base na experiência dos educadores e dos alunos, mas alega que esta medida requer um tempo para adaptação, assimilação da usabilidade e formação de docentes e discentes. E para o próprio aperfeiçoamento da plataforma.

— Esta é uma prioridade da secretaria, que está atuando intensamente, em parceria com a empresa desenvolvedora da plataforma, para que o ambiente virtual funcione de maneira estável, abrangendo todos os alunos do ensino fundamental — diz.

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