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Em meio a atritos e pressões de rivais, Flamengo volta a conversar com a CBF e expõe alguns descontentamentos

Fabio Utz
·2 minuto de leitura

A relação entre Flamengo e Confederação Brasileira de Futebol ficou estremecida depois que a entidade não quis adiar um jogo do clube carioca, acometido de um surto de Covid-19 entre seus membros, diante do Palmeiras. Além disso, em recente reunião sobre volta de público aos estádios, Rogério Caboclo defendeu a isonomia no tratamento, alegando que eventual liberação, neste momento, só favoreceria o Rubro-Negro. Pois, em meio a uma guerra de bastidores envolvendo outras agremiações, o Fla voltou a conversar com a CBF.

Na última terça-feira, como destaca o blog do Rodrigo Mattos, o presidente Rodolfo Landim esteve na sede da instiuição para conversar com Caboclo a respeito de critérios de arbitragem e, também, retomar tratativas sobre retorno dos torcedores às arquibancadas. Curiosamente, esta visita se dá depois de outras equipes reclamarem da conduta de juízes. O Atlético-MG, que é um postulante ao título nacional em disputa direta com Mengão, nas entrelinhas deixou pairando no ar eventuais favorecimentos a rivais. O Internacional, após o último Gre-Nal, também foi aos microfones. Sem contar o São Paulo, que foi ao encontro de Leonardo Gaciba, e o Grêmio, que cobrou explicações sobre troca de escala - os dois tricolores, sem sucesso, ainda pediram anulações de partidas.

Mas, mesmo diante dessa reaproximação, o clube segue descontente com algumas ações da CBF. Desejava ter, ao menos, uma perspectiva de retorno de público e critérios mais definidos para este passo, como o percentual de liberação dos estádios. Os dirigentes também continuam insatisfeitos com um fato que, na visão deles, foi prejudicial aos interesses do time da Gávea. Na última sexta-feira, foi aprovado o aumento de 40 para 50 no número de jogadores a serem inscritos no Brasileirão, e o Fla foi contra, alegando que, quando precisou de ajuda, a mesma não ocorreu. Na opinião rubro-negra, a troca na regra deveria acontecer somente se houvesse unanimidade de opinião. A reunião entre Landim e Caboclo foi, no mínimo, uma tentativa de firmar posição. E, claro, mover uma peça no chamado tabuleiro de xadrez da pressão extracampo do futebol tupiniquim.

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