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Em meio à alta no arroz, ações da Camil valorizam 92%

·2 minuto de leitura
Arroz: causa de preocupação para o bolso (Foto: Getty Images)
Arroz: causa de preocupação para o bolso (Foto: Getty Images)

Em meio à alta nos alimentos, que aperta o bolso de brasileiros, a Camil, empresa que controla marcas de arroz e feijão, além de outros alimentos básicos, viu o valor de suas ações subir 92% em um ano. As informações são de reportagem da revista Exame.

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A alta no preço dos alimentos vem sendo observada com atenção pela sociedade e pelo governo, que chegou a pedir explicações ao setor, após suspeitas de abuso no aumento do preço.

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Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço do arroz subiu quase 20% neste ano, enquanto o do feijão subiu 32,6%, e da cebola, 50,4%.

Especialistas apontam diversas causas para o aumento: a subida do dólar, que encarece insumos usados na produção; alta demanda de exportações… Sobrou até para o auxílio emergencial de R$ 600 do governo, que teria pressionado ainda mais a demanda.

Do lado das empresas, a demanda tem gerado um efeito de valorização das fornecedoras desses alimentos básicos.

Segundo a Exame, dentro da valorização anual de 92% da Camil, só nos meses de 2020, a alta foi e 42%. A empresa viu sua receita saltar 40%, para R$ 1,7 bilhão, sendo o Brasil responsável pela maior parte da receita, de R$ 1,2 bilhão, e aumento de 29%.

Mas não é só a Camil. Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, empresas que produzem outros itens alimentícios básicos, como a M.Dias Branco, também devem faturar com o atual cenário.

E o mesmo vale para os supermercados. Investidores já estão, segundo a reportagem, de olhos nos papéis do Carrefour e do Grupo Pão de Açúcar.

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