Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.953,90
    +411,95 (+0,42%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.743,15
    +218,70 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,46
    +2,70 (+2,55%)
     
  • OURO

    1.812,90
    +5,60 (+0,31%)
     
  • BTC-USD

    19.251,20
    -167,49 (-0,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    420,84
    +0,70 (+0,17%)
     
  • S&P500

    3.825,33
    +39,95 (+1,06%)
     
  • DOW JONES

    31.097,26
    +321,83 (+1,05%)
     
  • FTSE

    7.168,65
    -0,63 (-0,01%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,10 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,42 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.610,50
    +81,00 (+0,70%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5587
    +0,0531 (+0,96%)
     

Em meio à crise tucana, nome de Tasso Jereissati ressurge nas negociações do PSDB com MDB

SÃO PAULO e BRASÍLIA - Ao mesmo tempo em que o PSDB amplia a pressão para a desistência da candidatura do ex-governador João Doria, volta a ganhar força na sigla o nome do senador cearense Tasso Jereissati. De acordo com dirigentes tucanos, há uma articulação em curso para tentar emplacar uma aliança com o MDB tendo Tasso como vice numa chapa encabeçada pela senadora Simone Tebet (MS) ao Palácio do Planalto.

Se Doria sofre resistência e candidatos a governador e deputados da sigla afirmam que sua rejeição nas pesquisas pode prejudicá-los, a avaliação é que Tasso ajudaria a pacificar a sigla. Ex-presidente do PSDB, Tasso tem boas relações com as principais lideranças do partido — hoje há uma divisão na sigla entre uma ala pró-Doria e um outro grupo que ainda tem esperança de ressuscitar uma candidatura do ex-governador Eduardo Leite.

No entanto, a volta de Leite é descartada, por enquanto, para não acirrar as disputas internas, uma vez que correligionários dão como certo que Doria não hesitaria em recorrer à Justiça para fazer valer sua vitória nas prévias. O paulista se vale do estatuto tucano para garantir que o vencedor das primárias tenha a candidatura homologada na convenção nacional, que deve ocorrer entre julho e agosto. Ainda assim, integrantes da direção nacional creem que Doria seria menos resistente ao nome de Tasso do que um eventual retorno de Leite.

Na reunião da Executiva desta quinta-feira, no entanto, um integrante da cúpula partidária sugeriu incluir o nome de Tasso na pesquisa do Instituto Guimarães, cujo levantamento foi feito em parceria com MDB e Cidadania neste fim de semana. O objetivo era avaliar a viabilidade eleitoral do senador. A ideia foi rejeitada por interlocutores de Doria e do presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo.

Apesar disso, o próprio Araújo foi o principal incentivador de uma candidatura presidencial de Tasso nas prévias presidenciais do PSDB, no ano passado. O senador, porém, acabou desistindo e se engajou na campanha de Leite que, por sua vez, terminou derrotado por Doria. Em razão dessa articulação frustrada, há ceticismo hoje sobre a possibilidade do movimento pró-Tasso dar certo.

Ao responder se aceitaria compor uma chapa com a senadora Simone Tebet (MDB-MS), Tasso deu a entender que não foi consultado sobre o plano e declarou que "isso não faz parte do seu projeto de vida". O cearense disse em entrevistas recentes que pretende se aposentar da política, embora continue a participar ativamente da vida partidária da sigla. Tasso também frisou que o assunto não foi tratado na reunião ontem do PSDB, voltada a discutir a "questão Doria" e a manutenção das conversas com o MDB e Cidadania. E saiu de lá afirmando que qualquer "decisão deveria ser feita em diálogo com o próprio Doria".

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos