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Em jogo de risco, Madson tem partida segura e bom desempenho

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Após muitas críticas, Pará perdeu a posição de titular no Santos. No empate em 1 a 1 contra Independiente, na noite da última quinta-feira, na Argentina, resultado que garantiu a classificação do Peixe para as quartas de final da Copa Sul-Americana, quem saiu jogando na ala direita foi Madson.

A entrada do jogador vinha sido pedida pelo torcedor santista nas redes sociais. A má fase de Pará era um tema muito comentado pela torcida santista. E Madson teve uma oportunidade em um jogo considerado muito difícil pela comissão técnica e correspondeu.

Nas estatísticas, o lateral teve bons números. Ao todo, foram 5 cortes, 4 desarmes, não sofreu nenhum drible, além 35 dos 43 passes certos que tentou. Em bola longa, acertou as 3 que buscou. Em duelos individuais, foram 7 vitórias dos 11 disputados.

Após o confronto, o técnico Fernando Diniz explicou a entrada de Madson e a manutenção de Carlos Sánchez no time titular, assim como foi na partida contra o Red Bull Bragantino, no domingo passado.

"A explicação é que achei ser o melhor para o time. Poderia sair com outros jogadores, o Pará também estava bem, mas achei que era o momento de colocar o Madson. O Sánchez já tinha jogado bem contra o Bragantino, entrou bem em outros jogos e resolvi manter como titular, mas poderia usar o Pirani, também. Achei que era a melhor formação para o jogo”, explicou Diniz.

Madson tem 29 anos e chegou ao Santos na temporada 2020, vindo do Grêmio em uma troca pelo também lateral Victor Ferraz. Em 82 jogos com a camisa do Alvinegro Praiano, soma 5 gols e 2 assistências.

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