Mercado fechado

Em evento com Doria, FHC e Sarney, ex-presidente Temer diz que China enviará insumos da vacina ao Brasil

Redação Notícias
·1 minuto de leitura
Brazil's President Michel Temer, left, leans over to listen to Sao Paulo Mayor Joao Doria, during a ceremony to announce the creation of a new park and museum at the City Hall, in Sao Paulo, Brazil, Monday, Aug. 7, 2017. (AP Photo/Andre Penner)
Ex-presidente está atuando a pedido do governo estadual junto a representantes do país asiático que produz os insumos (Foto: AP Photo/Andre Penner)

Em evento do governador João Doria (PSDB) com ex-presidentes da República, no Palácio dos Bandeirantes, Michel Temer (MDB), agora aliado do governador paulista na corrida pelas vacinas contra a Covid-19, afirmou ter sido informado pelo embaixador da China que os insumos para produção de vacinas virão ao país.

"Hoje ainda às 11h falei com o embaixador da China no Brasil. Nessa conversa, a notícia que tive é que os insumos estão sendo acondicionados. Há uma pequena questão técnica na China, mas eles virão para o Brasil", disse Temer.

Segundo a Folha de S. Paulo, ex-presidente está atuando a pedido do governo estadual junto a representantes do país asiático que produz os insumos.

Durante o encontro, Doria afirmou que nesta terça-feira (26) haverá uma reunião com chineses para tratar do assunto e que tudo indica que “será uma reunião bastante conclusiva”, disse, referindo-se a possíveis novas posições sobre a questão.

Leia também

Além de Temer, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e José Sarney (MDB) também articiparam do evento — o tucano presencialmente e os dois emedebistas pela internet.

Para Doria, o encontro com os ex-presidentes não se tratava de um evento político, mas institucional, de defesa da vacina. "Convidei todos os ex-presidentes, entendendo que não é um ato político. É um ato de união. A vida dos brasileiros está acima de qualquer sentimento político", disse Doria.

Segundo informações da Folha de S. Paulo, foram convidados para o encontro os ex-presidente Fernando Collor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT). Porém, eles não aceitaram.