Mercado abrirá em 7 h 25 min
  • BOVESPA

    106.419,53
    -2.295,02 (-2,11%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.206,59
    +372,79 (+0,72%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,08
    -0,57 (-0,67%)
     
  • OURO

    1.790,60
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    61.335,84
    -1.050,01 (-1,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.492,96
    -12,19 (-0,81%)
     
  • S&P500

    4.574,79
    +8,31 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    35.756,88
    +15,73 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.277,62
    +54,80 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    25.642,01
    -396,26 (-1,52%)
     
  • NIKKEI

    28.948,88
    -157,13 (-0,54%)
     
  • NASDAQ

    15.538,25
    -6,75 (-0,04%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4582
    +0,0041 (+0,06%)
     

Em estudo, 61% das pessoas que largaram seus antidepressivos não tiveram recaída

·1 minuto de leitura

Quem toma antidepressivo já sabe, ou pelo menos deve imaginar, que abandonar esses remédios não é uma tarefa fácil. No entanto, um estudo realizado por pesquisadores das universidades de York, College London, Southampton e Bristol (Reino Unido) e da Universidade McMaster (Canadá), aponta que deixá-los não culmina, necessariamente, em recaídas, mas a maioria ainda precisará de tratamento de longo prazo.

O estudo, publicado no The New England Journal of Medicine, mostra que 44% das pessoas que gradualmente pararam de tomar seus antidepressivos não tiveram outro surto de depressão no ano seguinte. Das pessoas que continuaram a tomar seus medicamentos normalmente, 61% não tiveram recaída. Ainda assim, segundo os pesquisadores, é importante consultar um médico antes de fazer isso, uma vez que as terapias podem ajudar a prevenir uma recaída.

(Imagem: twenty20photos/envato)
(Imagem: twenty20photos/envato)

O estudo contou com a participação de 478 adultos envolvidos no estudo. Todos tomavam antidepressivos há pelo menos dois anos e se sentiam prontos para abandoná-los. Os participantes foram separados em dois grupos: o primeiro continuou a tomar os medicamentos normalmente. O segundo os reduziu gradualmente ao longo de três meses, e ainda foi acompanhado por um ano.

No segundo grupo, 56% dos participantes tiveram uma recaída, com direito a maior propensão a apresentar sintomas de abstinência, que podem ser confundidos com uma recaída e pode significar que algumas pessoas precisam parar de tomar os remédios mais lentamente. Ao final do estudo, 59% do grupo que interrompeu os medicamentos não estava mais tomando nenhum medicamento para depressão. Você pode verificar o estudo completo aqui.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos