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Em entrevista, bispo aliado de Bolsonaro explica por que líderes evangélicos não apoiarão candidatura de Lula em 2022

·1 min de leitura

RIO - Fundador da igreja Sara Nossa Terra e um dos líderes evangélicos que mais se engajaram na campanha pela ida de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF), o bispo Robson Rodovalho avalia em entrevista ao GLOBO que, depois do Executivo e do Legislativo, é hora de ampliar ainda mais os espaços do segmento no Judiciário:

Por que a importância de expandir influência no Judiciário?

Porque o espaço não condiz com a nossa representação de mais de 30% da sociedade brasileira. Na primeira instância do Judiciário temos membros, a proporção cai na segunda instância e se reduz ainda mais em cortes superiores.

Quais os próximos passos a serem dados pelos evangélicos para expandir influência no Judiciário?

Deveríamos ter pelo menos dois ou três ministros evangélicos ou do segmento cristão na Corte.

Na entrevista completa, para assinantes do GLOBO, Rodovalho também avalia o impacto de pautas controversas do governo Bolsonaro entre evangélicos, como armamento da população e legalização dos jogos de azar, e explica por que acredita que as principais lideranças evangélicas não apoiarão Lula (PT) em 2022.

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