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Em Dubai, brasileira fica 8 horas na fila para tomar vacina contra Covid-19

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
Prime Minister and Vice-President of the United Arab Emirates and ruler of Dubai Sheikh Mohammed bin Rashid al-Maktoum talks to staff before he receives the coronavirus disease (COVID-19) vaccine candidate, in Dubai, United Arab Emirates November 3, 2020. WAM/Handout via REUTERS. ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY.
O primeiro-ministro, vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos e governante de Dubai, o xeque Mohammed bin Rashid al-Maktoum, fala com a equipe antes de receber a vacina candidata contra coronavírus, em 3 de novembro de 2020. (Foto: WAM / Folheto via REUTERS)

Uma brasileira de 23 anos ficou por 8 horas na fila para poder receber a vacina contra a Covid-19 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

“Cheguei às 8h da manhã e só fui vacinada por volta das 16h”, conta a paulista Alexia Berton, que mora em Dubai e trabalha como comissária de bordo há dois anos.

No Emirados Árabes Unidos, estão sendo aplicadas as vacinas da Sinopharm desde sexta-feira (11). O imunizante é desenvolvido pela empresa chinesa de mesmo nome em parceria com o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim.

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“Não tive nenhum medo de me vacinar, pois confio muito nos pesquisadores que passaram dias e noites trabalhando para isso acontecer”, diz Alexia, natural de Indaiatuba, interior de São Paulo. “Se foi disponibilizado para a população é confiável e devemos tomar, sem dúvidas”, contou ela, em entrevista à revista Veja.

Para ser vacinado em qualquer um dos sete emirados que compõem os Emirados Árabes Unidos é preciso ser residente e ter mais de 18 anos. Turistas e trabalhadores com vistos temporários ainda não estão recebendo o imunizante.

Antes de ser imunizada, ela foi submetida a um pequeno questionário e teve sua pressão arterial aferida. “Eles me alertaram que poderia ter efeitos colaterais leves, como febre, dor no corpo e dor de cabeça, mas não estou sentindo nada”, relatou a brasileira.

Alexia conta que ainda precisa usar máscara em locais públicos, seguindo o que dita a lei federal. “Nada mudou nesse sentido, a máscara ainda é obrigatória e as lojas, restaurantes e academias ainda estão com lotação reduzida”.

Além dos Emirados Árabes, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, China e a Rússia já administram a vacina contra a Covid-19.