Mercado fechará em 4 h 38 min

Em dois meses, dez bilionários perderam R$ 146 bilhões com cripto; entenda como

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Bitcoin caiu quase 50% desde seu recorde em novembro, e atingiu bilionários
Bitcoin caiu quase 50% desde seu recorde em novembro, e atingiu bilionários (Getty Images)
  • BC e rendimentos diminuem apetite dos investidores por criptomoedas

  • Michael Saylor, investidor em Bitcoin e CEO da MicroStrategy, viu sua fortuna cair 55%.

  • Capitalização de mercado total de todas as criptomoedas caiu quase 43% desde novembro

Dez dos magnatas de criptomoedas mais ricos listados pela Forbes perderam US$ 26,9 bilhões (cerca de R$ 146 bi) combinados desde 10 de novembro de 2021, quando o Bitcoin e o mercado geral de criptomoedas atingiram o pico de valor - uma perda impressionante, mesmo para o setor de criptomoedas notoriamente volátil.

O Bitcoin, o maior ativo digital em valor de mercado, caiu 50% desde que atingiu uma alta histórica de US$ 68.622 (mais de R$ 373 mil) em 10 de novembro, de acordo com o provedor de dados CoinMarketCap. A criptomoeda estava sendo negociada a US$ 34.326 (R$ 188 mil) ao meio-dia da última segunda-feira - o preço que a Forbes usou para calcular as participações atuais. Seis horas depois, o Bitcoin saltou para US$ 36 mil (R$ 196 mil).

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Bitcoin não foi a única a sofrer queda

Outras criptomoedas seguiram esse mesmo caminho. O Ether, o segundo maior ativo digital, também viu seu valor cair pela metade desde novembro. As ações correlacionadas às criptomoedas também caíram. Desde o pico do Bitcoin, as ações da exchange de criptomoedas Coinbase Global caíram 42%, passando de US$ 328 (quase R$ 1,8 mil) por ação para apenas US$ 191 (pouco mais de R$ 1 mil) no fechamento do mercado em 24 de janeiro.

Como resultado, os dois cofundadores bilionários da Coinbase - Brian Armstrong e Fred Ehrsam - perderam mais de US$ 7 bilhões (R$ 38 bi) em riqueza. A MicroStrategy, uma empresa de software que investiu mais de US$ 3 bilhões de seu tesouro corporativo em bitcoin, caiu 55% desde 10 de novembro. (Em comparação, o índice Nasdaq caiu cerca de 15% no mesmo período). Michael Saylor, investidor em Bitcoin e CEO da MicroStrategy, viu sua fortuna cair 55%.

Poucos ativos digitais tiveram bom desempenho

A capitalização de mercado total de todas as criptomoedas era de quase US$ 3 trilhões (mais de R$ 16 tri) em 10 de novembro. Ao meio-dia de 24 de janeiro deste ano, esse número era de US$ 1,7 trilhão (superior a R$ 9 tri), representando uma queda de 43% em menos de três meses. Infelizmente, para os investidores criptográficos, a rota do mercado pode ainda não estar concluída. Muitos analistas acreditam que o setor está entrando em um período de baixa à medida que o Banco Central aperta e os rendimentos crescentes dos títulos diminuem o apetite dos investidores por criptomoedas e outros investimentos especulativos.

Há luz no fim do túnel

Nem tudo são más notícias para os magnatas das criptomoedas: a exchange de criptomoedas de Cameron e Tyler Winklevoss, a Gemini, aumentou sua avaliação para mais de US$ 7 bilhões (R$ 38 bi) no final de novembro, antes que o Bitcoin realmente caísse, o que protegeu um pouco seus patrimônios líquidos - pelo menos por enquanto. Tim Draper, o investidor bilionário que gastou US$ 18,7 milhões (mais de R$ 101 mi) em quase 30 mil bitcoins em 2014, disse à Forbes que acredita que o Bitcoin conseguirá subir mais de 600% este ano para US$ 250 mil (cerca de R$ 1,3 milhão), apesar das condições de baixa.

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