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Em discurso no CNJ, Fux diz que país passa por “mar de tormentas”

Isadora Peron
·2 minutos de leitura

“Mas tenho certeza que estamos muito mais perto do porto do que do naufrágio”, ponderou O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou nesta terça-feira, em sua primeira sessão como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que o país passa por um "momento muito tormentoso", mas que tem certeza que estamos mais perto do "porto do que do naufrágio". "O momento é fácil? Não. O momento não é fácil. Mas o tempo é sábio e ele sabe que não pode separar o inseparável. Então, quem sabe, os nossos destinos se cruzaram para que, juntos, possamos enfrentar este momento tormentoso. Momento muito tormentoso. Eu diria mesmo um mar de tormentas", disse Fux ao abrir a sessão. "Tenho a certeza que, com o apoio de todos, sem qualquer demagogia, com a minha maneira simples de trabalhar, nós vamos fazer essa travessia. Mas tenho certeza que nós estamos muito mais perto do porto do que do naufrágio. Que Deus nos ajude", completou. Para Fux, há espaço para que STF intervenha Imagem Valor Econômico Durante o discurso, ele voltou a apresentar os cinco eixos que deverão nortear sua gestão, tanto à frente do CNJ quanto do STF. O primeiro deles é a proteção dos direitos humanos e do meio ambiente, reafirmou. "O meio ambiente, como direito fundamental de importante envergadura, deve ter um olhar na precaução, de forma a permitir um equilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e a prevenção de riscos ambientais", disse. Segundo Fux, esse “será muitíssimo importante”, porque o meio ambiente “propulsiona o Brasil no mercado internacional, como elemento primordial na realização de investimentos no país, os quais são necessários para a retomada da economia, em especial no cenário pós-pandemia”. Ele anunciou a criação, no âmbito do CNJ, do Observatório de Meio Ambiente, que contará com a participação de lideranças nacionais. "A sociedade civil terá, assim, voz para propor iniciativas a serem adotadas por toda a Justiça brasileira em matéria de meio ambiente com repercussão no Poder Judiciário", afirmou. Os outros eixos são a garantia da segurança jurídica conducente à otimização do ambiente de negócios no Brasil; o combate à corrupção, ao crime organizado e à lavagem de dinheiro; o incentivo ao acesso à justiça digital; e o fortalecimento da vocação constitucional do Supremo. Fux tomou posse como presidente do STF em 10 de setembro. Na semana passada, ele adiou a sessão presencial que realizaria no CNJ após ser diagnosticado com covid-19. Nesta terça-feira, o ministro, que ainda está em isolamento, conduz a sessão por videoconferência.