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Em discurso na ONU, Bolsonaro diz que pagou auxilio de U$ 1000 para brasileiros

João de Mari
·2 minutos de leitura
Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (Foto: Reprodução)
Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (Foto: Reprodução)

Na abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que seu governo tomou várias medidas econômicas que “evitaram o mal maior” durante a crise do coronavírus. Entre elas, segundo ele, sua equipe concedeu auxílio emergencial de aproximadamente U$ 1000.

“Nosso governo, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que evitaram o mal maior: concedeu auxílio emergencial em parcelas que somam aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo”, disse.

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Pela cotação atual, o valor de R$ 600 pago no auxílio nos primeiros meses da pandemia equivale a cerca de U$ 110. Se comparados às parcelas que serão pagas até o final do ano, de R$ 300, o valor equivale a U$ 55. Ou seja, mesmo somando todas as parcelas, o valor não chega aos U$ 1000 anunciados pelo presidente.

Não é a primeira vez que Bolsonaro se apoia no discurso do auxílio emergencial para falar bem de sua própria gestão durante a crise sanitária. No entanto, sua própria equipe previa um benefício muito menor do que as parcelas pagas pelo governo.

Em março deste ano, o debate no Congresso sobre o valor que seria disponibilizado aos trabalhadores informais e de baixa-renda que deixaram de trabalhar por conta da pandemia foi marcado por discordâncias.

De um lado, a equipe econômica bolsonarista previa o benefício de R$ 200 mensais para inscritos no CadÚnico (Cadastro Único) e ainda excluía os beneficiários do Bolsa Família. De outro, parlamentares da oposição pressionavam o presidente para que o auxílio fosse de, no mínimo, R$ 600.

Hoje (22), no mesmo discurso gravado, Bolsonaro ainda disse que defende a democracia e os direitos humanos, atacou e acusou a imprensa de disseminar “medo”, culpou "o caboclo e o índio", como ele mesmo disse, pelo recorde queimadas no país, que chamou de "cristão e conservador".