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Em crise política, cidade voltará às urnas um ano após eleger prefeito

Colaboradores Yahoo Notícias
·1 minuto de leitura

Em crise política, Paulínia voltará às urnas em 15 de novembro para eleger o novo prefeito, um ano e dois meses depois de escolher o atual ocupante do cargo, Du Cazellato, candidato à reeleição contra outros cinco concorrentes.

A cidade, localizada a 130 quilômetros de São Paulo, não consegue ter um prefeito que complete os quatro anos no cargo desde 2009. Sete políticos, entre eleitos e presidentes da Câmara, ocuparam a cadeira nos últimos 11 anos.

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Eleito em 2008, José Pavan Junior foi cassado por compra de votos e ficou fora do cargo por apenas dois dias. No pleito seguinte, o ex-prefeito Edson Moura teve a candidatura negada pela Lei da Ficha Limpa por ter sido condenado por compra de votos e renunciou um dia antes do pleito, sendo substituído pelo filho, Edson Moura Junior, que acabou eleito.

A Justiça entendeu que a troca foi uma manobra ilegal às vésperas da eleição para enganar o eleitor, pois não houve tempo hábil para trocar a foto do candidato na urna eletrônica, e cancelou a vitória do filho de Edson Moura.

O segundo colocado, José Pavan Júnior, tornou-se prefeito, porém ficou somente seis meses no cargo. Ele recorreu da decisão judicial e venceu em última instância, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em abril de 2014, Moura Júnior foi afastado pela Justiça e substituído pelo presidente da Câmara, Marquinhos Fiorella, durante quatro dias. O prefeito deixou o cargo outras quatro vezes até ser definitivamente cassado, em fevereiro de 2015.

Mais votado em 2018, Dixon Carvalho acabou sendo cassado com seu vice, Sandro Caprino, por reprovação das contas de campanha pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Em setembro de 2019, Du Cazellato foi eleito prefeito em mandato que dura até o fim deste ano.