Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.439,37
    -2.354,91 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.307,71
    -884,62 (-1,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,96
    -0,65 (-0,90%)
     
  • OURO

    1.753,90
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    48.261,30
    +1.072,45 (+2,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.193,48
    -32,05 (-2,62%)
     
  • S&P500

    4.432,99
    -40,76 (-0,91%)
     
  • DOW JONES

    34.584,88
    -166,44 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.963,64
    -63,84 (-0,91%)
     
  • HANG SENG

    24.920,76
    +252,91 (+1,03%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,71 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.282,75
    -226,75 (-1,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1994
    +0,0146 (+0,24%)
     

Em cadeia nacional, Queiroga defende vacinação e apela para que pessoas tomem a 2ª dose

·3 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em pronunciamento em rede nacional de televisão, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu resultados da campanha de vacinação do governo federal, atribuiu o avanço do plano ao presidente Jair Bolsonaro e fez um apelo para que pessoas que estão com a segunda dose em atraso busquem postos para concluir sua imunização.

O ministro classificou de "sucesso" a campanha de vacinação do país, reafirmando as promessas de que a população adulta no Brasil estará vacinada com a primeira dose até setembro e com o esquema vacinal concluído até o final do ano.

Em dois momentos, ele atribuiu a Bolsonaro a orientação para que o governo promovesse uma estratégia eficiente de vacinação.

O mandatário tem um histórico de declarações que questionam a eficácia de imunizantes e chegou a determinar, no ano passado, que o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, cancelasse uma parceria para aquisição da Coronavac -chamada por ele de vacina chinesa de João Doria.

Além do mais, o governo federal ignorou durante meses ofertas da farmacêutica Pfizer para o fornecimento de doses.

"O Ministério da Saúde, conforme determinação do presidente da República, promoveu estratégia diversificada de acesso a vacinas", disse Queiroga no pronunciamento.

Em outro momento, ele voltou a exaltar o papel do presidente.

"Destaco, em especial, a celebração do contrato de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e a AstraZeneca, que permitirá a produção completamente nacional das vacinas. Trata-se de um resultado tangível da aposta exitosa do presidente Jair Bolsonaro na promoção do acesso de todos brasileiros a vacina contra a Covid-19", disse o ministro.

Dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que, até o momento, 62,7% da população adulta já recebeu ao menos uma dose da vacina contra a Covid, e 24,1% receberam as duas doses.

Em discursos, Queiroga vem dizendo que a meta é vacinar toda a população com uma dose contra a Covid até setembro, e com duas doses até dezembro.

Nesta terça, o ministro disse ainda que adolescentes de 12 a 17 anos devem ser incluídos na vacinação após a pasta concluir o envio de ao menos uma dose para os adultos nesse primeiro intervalo.

A prioridade, informou, devem ser adolescentes com comorbidades.

A decisão foi adotada em reunião com representantes de secretários estaduais e municipais de saúde.

No mesmo encontro, secretários contestaram anúncio feito pelo ministro sobre a possibilidade de reduzir o intervalo de doses da Pfizer de três meses para 21 dias, o que era estudado pela pasta já em agosto.

Com isso, a previsão, agora, é que essa redução ocorra apenas após a vacinação de todos os adultos com uma dose.

Gestores também têm feito críticas ao Ministério da Saúde pela demora em enviar novas doses de vacinas, fator que o grupo tem alegado como motivo para suspensão frequente da campanha em algumas capitais.

Já o ministro nega que haja estoque represado e tem atribuído a lentidão a questões burocráticas.

"Não há estoque de vacina. O que há é que, quando as vacinas chegam no aeroporto, elas precisam ser avaliadas pela chancela da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Segundo, precisa passar pelo controle do INCQS [Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde]. Também tem a questão da Receita Federal", afirmou Queiroga na segunda (26).

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos