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Em ano de recuperação, cinemas arrecadaram US$ 21,4 bilhões

·3 min de leitura

O período pós-vacina e o retorno dos grandes lançamentos aos cinemas de todo o mundo levaram a um total de US$ 21,4 bilhões arrecadados nas bilheterias de todo o mundo. O valor é visto como um sinal de retomada e representa um crescimento de 78% em relação ao registrado em 2020, mas, ao mesmo tempo, passam longe dos recordes médios do período entre 2017 e 2019, quando os valores globais ultrapassaram os US$ 41 bilhões.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa foi considerado um dos principais lançamentos do ano e o grande alavancador desses resultados. De acordo com a consultoria Gower Street Analytics, que divulgou os números, o longa da Marvel com a Sony arrecadou US$ 1,2 bilhão em apenas duas semanas nas telonas, tudo isso antes mesmo de estrear em países importantes como China e Japão. A chegada do blockbuster com Tom Holland (Cherry) também fez de dezembro o maior mês em arrecadação.

Outros destaques das telonas foram Velozes e Furiosos 9, lançado em junho para arrecadar US$ 727 milhões nas bilheterias; 007: Sem Tempo Para Morrer (US$ 774 milhões) e Venom: Tempo de Carnificina, com US$ 500 milhões. Produções chinesas também ajudaram a alavancar os números do território, com desataque para Hi, Mom! (US$ 833 milhões), Detetive Chinatown 3 (US$ 695 milhões) e o avassalador A Batalha do Lago Changjin, que arrecadou US$ 890 milhões e aparece como o segundo maior sucesso do ano.

<em>Blockbuster chinês, A Batalha do Lago Changjin se tornou o segundo maior lançamento de 2021 (Imagem: Divulgação/CMC Pictures)</em>
Blockbuster chinês, A Batalha do Lago Changjin se tornou o segundo maior lançamento de 2021 (Imagem: Divulgação/CMC Pictures)

O relatório dos analistas também mostra um aumento proporcional nas bilheterias, que caminha lado a lado com a extensão da cobertura vacinal. Janeiro, quando as picadas apenas começavam a serem aplicadas na maior parte dos países do mundo, foi o pior mês de 2021, enquanto os sinais de retomada começaram a aparecer a partir de abril, recebendo também os primeiros grandes lançamentos como Viúva Negra, e finalmente engrenando a partir do segundo semestre.

Isso também acompanhou o processo de reabertura. No primeiro trimestre de 2021, por exemplo, apenas 56% dos cinemas do mundo estavam funcionando; um total que chegou a 82% em junho e fechou o ano com 90%. Também foi um momento de alívio para muitos donos de salas, já que muitas delas voltaram a operar pela primeira vez após o início da pandemia da covid-19.

Divisão

A região Ásia Pacífico continuou a ser a maior contribuidora dos resultados globais com 53% de todo o dinheiro obtido no mundo — 34% vieram somente da China. Em segundo estão os EUA, empatados em 21% com a união de Europa, Oriente Médio e África; por fim, a América Latina aparece com 5%. As bilheterias brasileiras representaram 1% do total de ingressos vendidos em todo o mundo ao longo de 2021.

Apesar das quedas nos valores absolutos, a Gower Street Analytics aponta que o market share global de bilheterias mudou muito pouco, com as maiores quedas sendo de 2,4% para a Europa, Oriente Médio e África, enquanto a região Ásia-Pacífico teve crescimento de 2,6%. Na visão dos especialistas, é um reflexo direto dos lockdowns, sob os quais o Velho Continente passou boa parte do primeiro semestre deste ano, enquanto o território asiático não viu muitos fechamentos e medidas restritivas ao longo de 2021.

O total de US$ 21,4 bilhões arrecadados em bilheteria também conversa bem com a expectativa dos analistas, que era de US$ 21,6 bilhões. Para 2022, a visão é de manutenção destes resultados e melhoria na segunda metade do ano, ainda que, neste primeiro semestre, os temores quanto à disseminação da variante Omicron do coronavírus possa levar menos gente às salas e a novas medidas restritivas.

Fonte: Canaltech

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