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Em 2016, Eduardo Bolsonaro criticou gasolina a R$ 2,50; hoje custa até R$ 7

·2 minuto de leitura
Deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho 03 do presidente Jair Bolsonaro, em manifestação a favor do governo
Deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho 03 do presidente Jair Bolsonaro (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
  • Um vídeo de Eduardo Bolsonaro criticando a alta da gasolina, em maio de 2016, viralizou na web

  • Na época, o litro do combustível custava em torno de R$ 2,50

  • Hoje, motoristas pagam R$ 7 pela gasolina em alguns estados brasileiros

A internet refrescou a memória do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em função da subida do preço da gasolina, que alcançou R$ 7 em alguns estados brasileiros. Um vídeo do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticando a alta do combustível, em maio de 2016, viralizou nas redes sociais. Na época, o litro custava em torno de R$ 2,50.

"Agora você está pagando o preço da [Operação] Lava Jato, lá da corrupção do pessoal que desviou dinheiro da Petrobras", disse Eduardo ao lado de uma mulher em um posto de combustíveis nos Estados Unidos. O vídeo original foi postado em seu canal oficial do YouTube.

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O preço da gasolina comum ultrapassou R$ 7 no Rio Grande do Sul e chegou a R$ 6,99 o litro no Acre na semana passada, segundo a pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço médio praticado em todo o país, de R$ 5,866, subiu 0,22% entre os dias 8 e 14 de agosto (últimos dados disponíveis) e acumula alta de 0,60% no mês. Para especialistas, o dólar tem grande influência nesse comportamento, mas outros fatores também influenciam.

Bolsonaro tem evitado responsabilizar o governo e minimizado a alta do preço dos combustíveis. Na última terça-feira (24), o presidente disse a apoiadores: "A gasolina tá barata, o gás de cozinha tá barato. O pessoal tem que entender a composição do preço. Acabam me culpando por tudo o que acontece no Brasil".

Na semana anterior, Bolsonaro afirmou que o governo federal não é o responsável pela elevação da gasolina do país. "Vamos ver quem está sendo vilão nessa história. Não é o governo federal", disse em discurso durante cerimônia em Manaus (AM).

Sem citar São Paulo ou os demais Estados, Bolsonaro fez referência ao ICMS, imposto sobre mercadorias e serviços, que é um tributo estadual e que faz parte do cálculo de definição de quanto a gasolina irá custar para o consumidor final.

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