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Elon Musk nega acusações de que carros da Tesla são usados para espionar a China

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

O CEO da Tesla, Elon Musk, não encarou com tranquilidade a acusação de que os veículos da marca estariam sendo utilizados para espionar personalidades ligadas ao governo da China. De acordo com ele, se isso efetivamente estivesse acontecendo, sua empresa seria fechada na hora, e isso vale tanto para atos de vigilância no país asiático quanto em qualquer outro.

A fala rápida sobre o assunto foi dada no último sábado (20), durante o Fórum de Desenvolvimento de Negócios da China, promovido por associações empresariais do país. De acordo com Musk, na Tesla, há um grande incentivo para que as informações de clientes e usuários dos veículos seja sempre confidencial. Ele não comentou, entretanto, se o suposto banimento na utilização dos carros é real, mas sua resposta quanto ao caso foi encarada como uma confirmação.

No final da última semana, informações da imprensa internacional davam conta que o governo chinês emitiu nota proibindo a utilização de veículos da Tesla por políticos, militares e executivos de empresas estatais do país. A preocupação seriam as câmeras e os sistemas de reconhecimento de voz disponíveis nos carros, que também teriam sido proibidos de entrar em prédios públicos e complexos oficiais.

A medida seria resultado de uma auditoria feita pelo governo da China, que citou como problemáticos fatores como a integração entre os carros e os celulares dos usuários, para coleta de dados e contatos, bem como o fato de as câmeras gravarem imagens o tempo todo. A preocupação seria quanto ao envio de tais informações a servidores nos Estados Unidos, que iria contra uma política local de uso exclusivo de infraestruturas chinesas para tratamento de informações de seus cidadãos.

As informações também aparecem em um momento complicado para a Tesla. Em janeiro, a empresa anunciou sua expansão focada na China com direito a uma fábrica gigantesca nos arredores de Xangai, a capital do país, e até a criação de um modelo exclusivo para lá. A nação, também, é um dos principais mercados internacionais da montadora, responsável por cerca de 30% das vendas globais de seus veículos.

Por enquanto, entretanto, a história segue nas sombras, sem confirmações oficiais do governo chinês sobre as restrições ou atitudes diretas da Tesla para lidar com elas, o que também serviria como uma comprovação. A aposta, entretanto, está no segundo fator, já que, como o próprio The Wall Street Journal afirmou ao revelar a notícia sobre a suspensão, a montadora tem assumido uma postura mais pacífica em suas relações com o país, chegando a pedir desculpas pelos comentários de usuários e negociando legislações para poder atuar por lá, ao contrário da posição mais dura vista no Ocidente.

Fonte: Canaltech

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