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Elon Musk diz querer suspender banimento de Trump no Twitter

Elon Musk disse que "reverteria a proibição" de uso do Twitter que pesa sobre o ex-presidente Donald Trump se for consumada sua compra da rede social (AFP/NICHOLAS KAMM, Brendan Smialowski) (NICHOLAS KAMM, Brendan Smialowski)

Elon Musk disse nesta terça-feira (10) que suspenderia a proibição de o ex-presidente americano Donald Trump usar o Twitter se o acordo para comprar a rede social sair adiante.

"Eu reverteria a proibição", disse o bilionário em conferência do jornal Financial Times, embora tenha esclarecido que como ainda não é proprietário do Twitter, "não é certo que isto vá acontecer".

A oferta de 44 bilhões de dólares do dono da Tesla para comprar o Twitter ainda precisa do apoio de acionistas e reguladores, mas Musk se manifestou favorável a uma menor moderação do conteúdo e menos restrições na rede social.

"Penso que não foi correto banir Donald Trump", disse Musk.

"Acho que foi um erro porque marginalizou grande parte do país e, em última instância, não resultou em que Donald Trump não tivesse voz", acrescentou.

Trump foi banido do Twitter e de outras redes sociais depois que seus apoiadores, estimulados por seus tuítes alegando fraude eleitoral, atacaram o Congresso americano em 6 de janeiro de 2021, em uma tentativa frustrada de evitar que Joe Biden fosse certificado como o vencedor das eleições presidenciais de 2020.

Musk afirmou que sua postura é simular à do cofundador do Twitter, Jack Dorsey, em relação a que as proibições permanentes deveriam ser raras, reservadas para contas que são spam, fraudes ou executadas por "bots" de software.

"Isso não significa que alguém possa dizer o que quiser dizer", afirmou Musk. "Se dizem algo que é ilegal ou simplesmente destrutivo para o mundo, então talvez deveria haver um tempo de espera, uma suspensão ou esse tuíte em particular deveria se tornar invisível ou ter uma visibilidade muito limitada".

No entanto, Musk insistiu em que as proibições permanentes são uma "decisão moralmente ruim", que abala a confiança no Twitter como uma praça pública on-line onde todos podem ser ouvidos.

O bilionário destacou que Trump declarou publicamente que não voltaria ao Twitter se lhe fosse permitido, optando, ao contrário, por permanecer com sua própria rede social, que ainda não conseguiu se popularizar.

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