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Elon Musk adquire Twitter por US$ 44 bilhões

·3 min de leitura

Elon Musk comprou o Twitter por US$ 44 bilhões, informou nesta segunda-feira (25) a rede social, após um acordo que avalia cada ação da empresa em US% 54,20.

"A liberdade de expressão é a base de uma democracia que funciona, e o Twitter é a praça pública digital onde os temas vitais para o futuro da humanidade são debatidos", declarou Musk, o homem mais rico do mundo, em um comunicado no qual anuncia a compra da rede social.

Antes da confirmação da notícia, a negociação das ações do Twitter em Wall Street foi suspensa até a confirmação da venda da empresa. Cada ação havia valorizado mais de 5,5% em relação ao fechamento de sexta-feira. Ao fim do dia, a valorização foi de 5,66%.

Esta operação é uma reviravolta dramática, após o Twitter anunciar há dez dias que preparava uma manobra conhecida como "pílula de veneno" para dificultar a oferta de aquisição (OPA) hostil de Musk.

Antes do anúncio, Musk tuitou: "Espero que até meus piores críticos continuem no Twitter, porque isso é o que liberdade de expressão significa".

Musk disse na semana passada que havia juntado US$ 46,5 bilhões para realizar a compra, graças a dois empréstimos bancários da Morgan Stanley, mas também à sua fortuna pessoal, com uma contribuição de US$ 21 bilhões.

O bilionário também considerou lançar uma oferta de aquisição hostil diretamente por meio de acionistas, para evitar o então relutante conselho de administração da empresa.

Finalmente, a compra foi concretizada nesta segunda-feira antes do fechamento do mercado.

- Reunião no domingo -

Segundo a imprensa, o conselho de administração do Twitter reuniu-se no domingo para revisar a proposta do bilionário, que já havia comprado cerca de 9% do capital da empresa.

Na sexta-feira, o empresário de origem sul-africana reuniu-se com vários acionistas por videochamada, para defender sua oferta de compra.

Pouco depois de ingresso no capital do grupo, o excêntrico fundador da Tesla foi convidado para integrar o conselho da empresa, mas rejeitou a proposta.

Com mais de 82 milhões de seguidores, o homem mais rico do mundo -a Forbes calcula sua fortuna em US$ 269 bilhões- usa sua conta no Twitter quase diariamente para dar notícias sobre suas empresas, brincar e provocar.

- Volta de Trump ao Twitter -

Na Casa Branca, a secretária de imprensa, Jen Psaki, declarou que "não importa quem é o dono ou quem comanda o Twitter". O presidente Joe Biden, usuário do Twitter, está "preocupado pelo poder das grandes plataformas de redes sociais".

Musk prometeu transformar a rede social "na plataforma da liberdade de expressão em todo o mundo", sem detalhar as mudanças que pensa colocar em prática, com exceção de algumas funções como a de um botão para "editar" um tuíte já publicado.

Com a compra, surgiu a dúvida sobre a possibilidade do ex-presidente Donald Trump voltar à rede social, da qual foi banido após os incidentes no Capitólio em 2021, quando seus apoiadores invadiram o parlamento americano para impedir a certificação da vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais.

"Não irei para o Twitter, ficarei no Truth", respondeu nesta segunda-feira Trump à emissora Fox News, em referência à sua própria rede social. "Espero que Elon compre o Twitter, porque ele o melhorará e é um homem bom, mas eu fico no Truth", completou o ex-presidente republicano.

O grupo progressista Media Matters for America alertou que Trump poderia voltar à rede social caso a venda do Twitter fosse concretizada.

"Qualquer negociação para vender o Twitter a Musk deveria incluir mecanismos claros e vinculantes para defender e manter os atuais padrões da comunidade" da rede social, "incluindo a expulsão daqueles que violam esses padrões", analisou o presidente do grupo, Angelo Carusone.

Musk também poderia buscar fazer do Twitter uma empresa mais rentável e aumentar o número de usuários.

O bilionário já sugeriu modificações à fórmula de mensalidades pagas na rede social, o Twitter Blue.

O grupo de San Francisco publicará seus resultados trimestrais nesta quinta-feira, antes da abertura de Wall Street.

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