Mercado fechará em 3 h 16 min
  • BOVESPA

    118.966,95
    +1.586,46 (+1,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.627,31
    -499,20 (-1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,69
    -0,08 (-0,15%)
     
  • OURO

    1.853,20
    -2,00 (-0,11%)
     
  • BTC-USD

    31.846,08
    -522,21 (-1,61%)
     
  • CMC Crypto 200

    639,99
    -7,33 (-1,13%)
     
  • S&P500

    3.859,11
    +3,75 (+0,10%)
     
  • DOW JONES

    31.005,73
    +45,73 (+0,15%)
     
  • FTSE

    6.673,08
    +34,23 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    29.391,26
    -767,75 (-2,55%)
     
  • NIKKEI

    28.546,18
    -276,11 (-0,96%)
     
  • NASDAQ

    13.492,75
    +17,25 (+0,13%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5590
    -0,0772 (-1,16%)
     

Elon Musk é (agora não é mais) o homem mais rico do mundo

Rui Maciel
·3 minuto de leitura

Por algumas horas desta quinta-feira (7), Elon Musk foi o homem mais rico do mundo, ultrapassando Jeff Bezos, da Amazon. Isso ocorreu graças à valorização de 5% das ações da Tesla - em que ele é cofundador e CEO - o que elevou a sua fortuna para a casa dos US$ 184 bilhões. Contudo, a alegria do excêntrico executivo durou pouco.

Isso porque, ainda na manhã de hoje, as ações da Amazon também se valorizaram - cerca de 2% - fazendo com que Bezos retomasse o posto de mais rico do planeta, com os mesmos US$ 184 bilhões atingidos por Musk - que agora tem "apenas" US$ 181 bilhões.

A lista da Bloomberg é bastante volátil e pode mudar de líder diariamente. Isso porque boa parte da fortuna dos mais ricos é atrelada ao valor das ações das empresas que eles comandam e, claro, têm participação acionária. Logo, quando os papeis caem e as companhias se desvalorizam, o mesmo acontece com suas fortunas. E quando sobem, o inverso ocorre.

Jeff Bezos: cofundador da Amazon ainda é o mais rico do mundo (Foto: Divulgação / Amazon)
Jeff Bezos: cofundador da Amazon ainda é o mais rico do mundo (Foto: Divulgação / Amazon)


No entanto, a chegada de Musk ao seleto topo é notória. Isso graças a valorização meteórica das ações da Tesla - cujo valor de mercado atual gira na casa dos US$ 751,8 bilhões. Apenas em 2020, os papeis da montadora valorizaram 740%. Musk tem 20% das ações da companhia e 75% da sua fortuna estão associadas às ações da empresa. Para efeito de comparação, Bezos tem 11% de participação acionária na Amazon.

2020 foi bom para a Tesla. Mas e o futuro?

Se houve uma empresa que teve do que reclamar de 2020, essa foi a Tesla - e mesmo com a pandemia. Com a forte valorização de suas ações no período, ela entrou grupo S&P 500, o que puxou ainda mais o valor de seus papeis para cima. Além disso, a empresa conseguiu resolver boa parte de seus problemas logísticos e de fabricação e quase atingiu a meta prometida de 500 mil carros entregues no ano - faltaram apenas 450 para que o objetivo fosse alcançado.

Tesla Model Y: vendas na China impulsionaram valorização da montadora (Foto: Divulgação / Tesla)
Tesla Model Y: vendas na China impulsionaram valorização da montadora (Foto: Divulgação / Tesla)

Diversos analistas do mercado já haviam afirmado que a Tesla teria dificuldades em bater a meta em questão neste cenário de pandemia de COVID-19, quando houve queda na venda de automóveis. Com um cenário de desemprego adiante, os consumidores reduziram seus gastos no ano passado. Com isso, as vendas da montadora caíram 15% no primeiro semestre de 2020, em relação ao mesmo período de 2019.

No entanto, 2021 será mais desafiador para a Tesla. Isso porque os incentivos regulatórios para carros que não agridem o meio ambiente devem diminuir, já que outras montadoras devem lançar diversos modelos de automóveis elétricos e se beneficiar desses créditos. Aliás, esse incentivo foi o principal responsável pelos últimos lucros trimestrais da Tesla. Sem eles, a montadora de Musk teria prejuízo.

Logo, o executivo precisa pensar em novas formas de atrair receitas adicionais para a Tesla, para além de seus carros.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: