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Eleições nos EUA: Casa Branca demite funcionários que negaram fraude

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US President Donald Trump leaves after placing a wreath at the Tomb of the Unknown Soldier on Veterans Day at Arlington National Cemetery in Arlington, Virginia, on November 11, 2020. - US President Donald Trump made his first official post-election appearance Wednesday for what should be a moment of national unity to mark Veteran's Day, now marred by his refusal to acknowledge Joe Biden's win. The president visited Arlington National Cemetery, four days after US media projected his Democratic rival would take the White House. (Photo by Brendan Smialowski / AFP) (Photo by BRENDAN SMIALOWSKI/AFP via Getty Images)
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ainda não aceitou a vitória de Joe Biden (Foto: Brendan Smialowski/AFP via Getty Images)

O governo dos Estados Unidos demitiu dois dirigentes que faziam parte do Departamento de Segurança Interna. A informação é do jornal The Washing Post.

O núcleo havia atestado na última quinta-feira, 12, que as eleições no país não passaram por fraude e a votação foi “a mais segura da história americana”. Valerie Boyd, chefe de assuntos internacionais, e Bryan Ware, assessor sênior de segurança cibernética e infraestrutura, foram demitidos da equipe.

A alegação vai contra as declarações recentes de Donald Trump que, sem provas, alega que as eleições foram fraudadas. Joe Biden é considerado o presidente eleito do país desde o último dia 7, mas o republicano ainda não aceitou a derrota. Os votos não terminaram de ser contados, mas Biden já tem mais de 270 delegas, número mínimo para vencer no colégio eleitoral.

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O documento do Departamento de Segurança Interna ainda diz que “não há evidências de que qualquer sistema de votação excluiu ou perdeu votos, alterou votos ou foi de alguma forma comprometido”.

Segundo fontes da Casa Branca, o presidente Donald Trump busca pessoas que sejam leais a eles. Boyd trabalhou tanto para George W. Bush quanto para Barack Obama. Para Trump, esse fator gera desconfiança.

Foram demitidos também três dirigentes do Pentágono, sede das Forças Armadas dos Estados Unidos. Entre eles, o secretário de Defesa, Mark Esper.