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Eleições 2022 | TSE encerra assinatura digital e lacração das urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou nesta sexta-feira (2) a cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais. O evento tem a função de atestar a integridade e autenticidade dos programas instalados nas urnas eletrônicas e demais equipamentos usados nas eleições.

No evento, os sistemas foram assinados digitalmente, mediante certificado digital, pelo presidente do TSE, Ministro Alexandre de Moraes, pelo vice-procurador-geral-eleitoral, Paulo Gonet, pelo presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Alberto Simonetti e outras autoridades.

Sistemas foram assinados por diversas autoridades. (Imagem: TSE/Divulgação)
Sistemas foram assinados por diversas autoridades. (Imagem: TSE/Divulgação)

Em seguida, os signatários assinaram fisicamente as mídias que foram geradas nos eventos preliminares que ocorreram nesta semana, além das etiquetas que lacraram o envelope em que elas foram guardadas. Logo depois, os sistemas foram guardados física e digitalmente e guardados na sala-cofre do TSE.

Para que serve o processo

Segundo o tribunal, esses processos são uma garantia ao eleitor de que o voto digitado na urna será computado e contado posteriormente de maneira segura. Durante toda a semana, uma equipe da Secretaria de Tecnologia da Informação do tribunal compilou os programas, a fim de garantir que todos eles estão íntegros e funcionando adequadamente.

Também nesta etapa, os códigos-fonte são transformados em linguagem binária (zeros e uns), que é lido pelas urnas e demais equipamentos. Este processo foi todo acompanhado de perto por especialistas da Universidade de São Paulo (USP), das Forças Armadas, do Ministério Público e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Próximos passos

A assinatura digital e a lacração ocorrem exatamente um mês antes do primeiro turno das eleições, que acontecerá em 2 de outubro. Trata-se de uma das últimas etapas do ciclo de verificação dos softwares que serão usados no pleito. Com a assinatura, qualquer alteração no arquivo de origem não é validada, o que impede mudanças nos arquivos assinados.

A próxima fase envolve o envio das cópias dos programas lacrados aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), para que sejam inseridos nas urnas. Em seguida, vem a geração de mídias, que é quando os dados dos candidatos e eleitores são cadastrados. Na véspera da votação, ocorre a verificação dos sistemas que são usados na contagem e totalização.

Fonte: Canaltech

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