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Eis o que acontece com o cérebro quando se come chocolate amargo

Os malefícios do chocolate já são famosos, mas um estudo publicado na revista científica Nutritional Neuroscience chamou a atenção ao destacar os efeitos que esse alimento tão querido pode causar no cérebro. Mais precisamente, a equipe analisou o impacto do chocolate amargo, considerado o tipo mais saudável da guloseima, nas sinapses de uma região cerebral específica, conhecida como hipocampo.

Segundo o estudo, o cacau, principal ingrediente do chocolate, tem inúmeras qualidades que podem ser benéficas tanto para o corpo quanto para a mente. É o que torna o chocolate amargo indicado por nutricionistas, já que é composto por altas porcentagens de cacau.

A equipe descobriu que o consumo de chocolate amargo tem efeitos positivos nas funções cerebrais, com direito a impacto na potência e plasticidade sináptica na área CA1 do hipocampo, bem como na ingestão de alimentos e na massa corporal. Mas é válido perceber que, para chegar a essas informações, os cientistas analisaram apenas roedores por enquanto.

O estudo contou com a participação de 35 ratos, divididos em cinco grupo e alimentados com chocolate amargo, seguindo um padrão alimentar diferente e levados a situações de estresse (como isolamento, por exemplo). Os pesquisadores também mediram a ingestão de outros alimentos e o peso corporal dos ratos, tanto no início quanto no final do experimento.

Cientistas buscam compreender efeitos do chocolate amargo no cérebro (Imagem: Aew/Rawpixel)
Cientistas buscam compreender efeitos do chocolate amargo no cérebro (Imagem: Aew/Rawpixel)

Na prática, os cientistas descobriram que todos os padrões alimentares de chocolate amargo reduziram a ingestão de alimentos e o peso corporal dos ratos. Os efeitos mais fortes, no entanto, foram aqueles causados ​​por padrões alimentares compulsórios e restritos.

No geral, os experimentos realizados sugerem que o consumo de chocolate amargo pode reverter os efeitos adversos do estresse e fornecer efeitos benéficos na memória e no aprendizado. A ideia agora é conduzir estudos com seres humanos para ver se os impactos no cérebro são semelhantes.

Fonte: Canaltech

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