Mercado fechará em 2 h 53 min
  • BOVESPA

    122.167,99
    +1.819,20 (+1,51%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.317,33
    +425,05 (+0,93%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,30
    -0,06 (-0,11%)
     
  • OURO

    1.835,90
    +6,00 (+0,33%)
     
  • BTC-USD

    36.349,39
    +290,50 (+0,81%)
     
  • CMC Crypto 200

    706,90
    -28,24 (-3,84%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,24 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.714,72
    -20,99 (-0,31%)
     
  • HANG SENG

    28.862,77
    +288,91 (+1,01%)
     
  • NIKKEI

    28.242,21
    -276,97 (-0,97%)
     
  • NASDAQ

    12.813,50
    +11,25 (+0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3315
    -0,0611 (-0,96%)
     

EIG vende fatia no gasoduto Bolívia-Brasil; mira novos investimentos

Sabrina Valle e Gram Slattery
·2 minuto de leitura
Vista de gasoduto na região de Tarenda, Bolívia

Por Sabrina Valle e Gram Slattery

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A EIG Global Energy Partners fechou um acordo para a venda de sua participação de aproximadamente 27,5% na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) para a companhia belga Fluxys, disse nesta terça-feira o CEO da norte-americana, sem revelar o valor do negócio.

A TBG, que tem a Petrobras como sócia majoritária, com 51% de participação, possui e opera o trecho brasileiro do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol), uma malha de cerca de 2.600 km, incluindo a principal rede de transporte de gás natural no Sul do Brasil.

A venda da participação na TBG encerra um conflito regulatório que poderia impedir uma oferta da EIG pela fatia de 51% no mesmo ativo que a Petrobras planeja vender, disse à Reuters o CEO Blair Thomas, em uma entrevista por videoconferência.

"Trata-se de nos libertar para uma estratégia mais ampla", disse Thomas, acrescentando que a companhia deverá buscar outros investimentos no setor.

A operação de venda deve ser concluída em cerca de dois meses após o cumprimento das condições precedentes entre as partes, disse a EIG em um comunicado, destacando que irá atuar em cooperação estratégica com a Fluxys no mercado de infraestrutura de gás do Brasil.

O fundo específico que detinha a participação na TBG será fechado, disse Thomas.

O lado boliviano do gasoduto --operado pela Gas TransBoliviano S.A. (GTB)--, no qual a EIG tem uma participação de 38%, será eventualmente vendido também, disse ele, sem revelar mais detalhes.

Em nota, o CEO da Fluxys, Pascal De Buck, afirmou que será importante continuar o desenvolvimento da infraestrutura-chave da TBG, que é capaz de fornecer ao Brasil cerca de um terço de seu suprimento diário de gás natural.

"Nosso objetivo é trazer para o conselho da TBG nossa experiência industrial com infraestrutura de gás em ambientes regulados e apoiar o progresso da empresa por meio do conhecimento compartilhado", afirmou.

O Santander atuou como assessor financeiro da EIG na transação, e Paul Hastings e Stocche Forbes foram assessores legais da EIG. O Citi atuou como assessor financeiro da Fluxys, que teve a Linklaters e o escritório Mattos Filho como assessores legais.

(Com reportagem adicional de Marta Nogueira)