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Economistas veem inflação argentina acima de 100% até dezembro

(Bloomberg) -- Os economistas na Argentina preveem que a disparada de preços atingirá 100% até dezembro, o que deve deixar o país vizinho com a maior taxa de inflação entre as principais economias do mundo.

A previsão, publicado quinta-feira na pesquisa mensal do banco central argentino, é a primeira vez que economistas privados projetam o retorno de uma inflação de três dígitos, que não ocorria desde a hiperinflação dos anos 90. Em agosto, a inflação anual atingiu 79%.

Durante seus quase três anos de mandato, o presidente Alberto Fernández implementou congelamentos de preços, controles de câmbio e restrições às importações, mas sem um plano econômico amplo que os mercados considerem crível. As medidas não conseguiram acalmar as preocupações dos argentinos com a forte desvalorização do peso, e o governo controla a taxa de câmbio oficial com reservas internacionais cada vez menores.

Os economistas preveem que a taxa oficial de câmbio termine o ano a 173 pesos por dólar, e que chegará a 310 pesos até o final de 2023, o que representaria um ritmo de desvalorização mais acentuado, segundo a pesquisa.

Com isso, as expectativas de inflação pioraram significativamente. No ano passado, a proposta de orçamento de Fernández para 2022 previa uma inflação de 33%. Mesmo no início deste ano, economistas privados esperavam que os preços subissem 55% até dezembro.

Outras previsões da pesquisa:

  • Inflação anual no final de 2023 em 90,5%

  • Inflação mensal igual ou superior a 5,9% até março de 2023

  • Economia deve crescer 4,1% este ano; 1% em 2023

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©2022 Bloomberg L.P.