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Economistas esperam dólar acima de R$ 5,50 até o fim de 2022

·2 min de leitura
com o Auxílio Brasil e o ‘drible’ no teto de gastos, bancos e corretoras voltaram a demonstrar preocupação com o país e revisaram suas previsões. Boa parte deles acredita que o dólar seguirá a R$ 5,50 até o final do ano e pelo resto de 2022. Com isso, os brasileiros passarão um longo tempo sem a moeda cair abaixo dos R$ 5. (Igor Do Vale/NurPhoto via Getty Images)
  • Auxílio Brasil e teto de gastos mudaram o ‘humor’ do mercado com o Brasil

  • Moeda americana deve seguir na casa dos R$ 5,50 até o final de 2022

  • Eleição pode causar aumento na moeda americana no próximo ano

Não faz muito tempo, grande parte dos economistas apontam que o pior tinha passado e que o dólar não sairia da casa dos R$ 5,20. Diferente do começo do ano, quando a moeda americana chegou a valer R$ 5,90. A alta dos juros explicava parte do alívio, já que isso melhorava o rendimento dos investimentos e ajudavam a atrair capital estrangeiro.

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Porém, com o Auxílio Brasil e o ‘drible’ no teto de gastos, bancos e corretoras voltaram a demonstrar preocupação com o país e revisaram suas previsões. Boa parte deles acredita que o dólar seguirá a R$ 5,50 até o final do ano e pelo resto de 2022. Com isso, os brasileiros passarão um longo tempo sem a moeda cair abaixo dos R$ 5.

Credit Suisse apontava o valor do dólar estagnado em R$ 5,20, mas agora espera que R$ 5,50 para os próximo ano e meio. Em relatório, o banco afirmou para os clientes: “Os mercados reagiram de forma bastante negativa as notícias sobre as prováveis mudanças no arcabouço de política fiscal do Brasil. Mesmo com uma taxa Selic mais alta, o aumento do prêmio de risco no Brasil limitará o potencial de apreciação do real”.

A XP apontava uma queda do dólar par R$ 5,10 até o final do ano que vem, mas com a mudança do cenário, a investidora aponta que o valor deve ficar por volta de R$ 5,70 até o final de 2022.

Eleição, ‘drible’ no teto de gasto e a preocupação do mercado

O teto de gastos é um mecanismo que controla o crescimento de despesas do governo e da dívida pública do país, que no momento está em 82% do PIB – uma das mais altas entre os países emergentes.

Países endividados costumam a ter problemas para pagarem seus compromissos e com isso, os investidores fogem dos países. Em 2016, a regra do teto foi criada para proibir que o governo federal aumentasse o orçamento anual acima da inflação.

Com a ideia de Paulo Guedes, Ministro da Economia, de aumentar o pagamento do Auxílio Brasil e ‘driblar’ o teto. A manobra iria abrir um gasto extra de bilhões de reais para gastar sem descumprir nenhuma regra. Segundo o Itaú, o remendo no teto poderia ultrapassar os R$ 75 bilhões.

A corrida presidencial deve causar um problema econômico também. O mundo olhará para a possível disputa entre Luís Inácio ‘Lula’ da Silva (Partido dos Trabalhadores) contra o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Com isso, o dólar seguirá acima dos R$ 5 e agindo de forma volátil, pelo menos, até o final de 2022.

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