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Economista-chefe do FMI deixa o posto em janeiro de 2022, e volta a lecionar em Harvard

·1 min de leitura

WASHINGTON — O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou nesta terça-feira que a economista-chefe da instituição multilateral e diretora do Departamento de Pesquisa, Gita Gopinath, deixará seu posto em janeiro de 2022.

Ela voltará a lecionar no Departamento de Economia da Universidade Harvard, uma das mais importantes dos EUA. O substituto dela ainda será escolhido.

O anúncio foi feito nesta terça-feira, segundo comunicado do FMI, pela diretora-gerente do organismo, Kristalina Georgieva, que reiterou a contribuição de Gita para o órgão internacional, sobretudo como primeira mulher a desempenhar o cargo de economista-chefe do fundo.

Georgieva reforçou o caráter agregador de seu "intelecto astuto e profundo conhecimento de finanças internacionais e macroeconomia, enquanto navgamos pela pior crise econômica desde a Grande Depressão".

Entre as principais contribuições de Gita para o FMI, estão a coautoria do "Pandemic Paper", que relacionou a recuperação das economias à vacinação.

O trabalho levou à criação da Força-Tarefa Multilateral, composta pelas lideranças do FMI, Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio e Organização Mundial da Saúde para ajudar a acabar com a pandemia.

Além disso, também motivou o estabelecimento de um grupo de trabalho com produtores de vacinas para identificar barreiras nas negociações, gargalos de suprimentos e acelerar a entrega de vacinas para países pobres e em desenvolvimento.

A ex-diretora do Departamento de Pesquisa do FMI também atuou junto a outros departamentos do órgão para conectar formadores de políticas públicas, acadêmicos e outras partes interessadas em uma nova abordagem analítica para ajudar países a responder a fluxos de capital internacional através da Estrutura Integrada de Políticas.

Ela também ajudou a construir um grupo de trabalho sobre mudanças climáticas dentro do FMI para analisar políticas ideais para otimizar o impacto ambiental.

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