Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,91 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,95 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,51
    +1,69 (+2,65%)
     
  • OURO

    1.844,00
    +20,00 (+1,10%)
     
  • BTC-USD

    49.997,23
    +506,67 (+1,02%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,33
    +39,77 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,68 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.398,00
    +297,75 (+2,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4040
    -0,0085 (-0,13%)
     

Economista-chefe do BC britânico vai deixar cargo

David Milliken e William Schomberg
·1 minuto de leitura
Economista-chefe do banco central britânico, Andy Haldane

Por David Milliken e William Schomberg

LONDRES (Reuters) - O banco central britânico disse nesta terça-feira que seu economista-chefe, Andy Haldane, vai deixar Banco da Inglaterra após mais de 30 anos para se tornar presidente de uma instituição de caridade com sede em Londres focada em questões sociais e econômicas.

Haldane tem sido o membro mais otimista do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra sobre as perspectivas de uma forte recuperação econômica da pandemia de Covid-19, e em fevereiro comparou a inflação a um "tigre" que poderia ser facilmente despertado.

A libra caiu ligeiramente em relação ao dólar e ao euro após a notícia de que Haldane deixará o Comitê de Política Monetária depois da reunião de junho, e iniciará seu novo papel em setembro.

"Os mercados inicialmente viram isso como o único grande ´hawk´ deixando o comitê, talvez o único ´hawk´ no momento", disse James Smith, economista do ING.

"Os comentários dele sobre a recuperação ser particularmente rápida não eram compartilhados por todos os seus colegas."

Haldane vai dirigir a Royal Society for Arts, Manufactures and Commerce, fundada em 1754 e que diz "unir pessoas e ideias para desenvolver soluções práticas para solucionar os desafios do nosso tempo"

(Por David Milliken)