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Economias dos pesos pesados da Europa afundaram em 2020

·2 minuto de leitura
Funcionário lacra lavadora, após inspecioná-la na empresa de eletrodomésticos BSH, em Tournan-en-Brie, sudeste de Paris, França, em 26 de janeiro de 2021

Depois de Alemanha e alguns dias antes da Itália e da zona do euro, França e Espanha confirmaram, nesta sexta-feira (29), que suas economias sofreram uma recessão brutal em 2020.

- FRANÇA

O Produto Interno Bruto (PIB) francês caiu 8,3% no ano passado, após um crescimento de 1,5% em 2019, de acordo com uma primeira estimativa publicada nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Nacional de Estatística (Insee).

Não se via uma recessão desse tipo desde a Segunda Guerra Mundial, embora a queda não tenha sido tão ruim quanto se esperava. Inicialmente, o Insee e o Banco da França haviam antecipado -9%, e o governo, até -11%.

- ESPANHA

Na Espanha, o PIB despencou 11% em 2020, conforme a primeira estimativa oficial publicada nesta sexta-feira. Esse número se ajusta com a previsão do governo (-11,2%), enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) havia-se mostrado mais pessimista (-12,8%).

A economia entrou em colapso na primavera boreal (outono no Brasil) antes de se recuperar durante o verão (inverno no Brasil), ainda que a atividade, em particular no setor de turismo, tenha-se desacelerado rapidamente com o retorno das restrições sanitárias.

A Espanha terminou 2020 com mais de meio milhão de desempregados adicionais, sobretudo nos setores de turismo e de hotelaria.

- ALEMANHA

Em 14 de janeiro, a Alemanha foi a primeira das grandes economias da zona do euro a anunciar uma queda de 5% em seu PIB, seu pior ano desde 2009. O impulso de seu setor industrial permitiu limitar os danos.

Nesta sexta-feira (29), a Alemanha divulgou que seu PIB registrou um fraco crescimento de 0,1% no quarto trimestre.

- POLÔNIA

Sua vizinha Polônia, maior economia da Europa Central e Oriental, anunciou a primeira queda (-2,8%) de seu PIB desde 1991, segundo o órgão nacional de estatísticas GUS.

- ESTADOS UNIDOS

Do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos se saíram melhor, com uma queda anual de 3,5% do PIB.

- PERSPECTIVAS PARA 2021

As perspectivas para este ano não são, necessariamente, boas.

Segundo o economista Emmanuel Jessua, do Instituto Rexecode, a França terá dificuldades para alcançar o crescimento de 6% previsto pelo governo para o primeiro trimestre.

Na Alemanha, o instituto econômico DIW estima que o PIB cairá 3% no primeiro trimestre de 2021. Na quarta-feira (27), Berlim enviou um sinal ruim, ao reduzir sua previsão de crescimento para 3%, contra anteriores 4,4%.

As más notícias podem continuar na próxima terça-feira com a publicação do PIB anual da Itália e da zona do euro.

bur-cd/sr/mar/es/tt