Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    58.949,46
    +307,21 (+0,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Economia está começando a decolar de novo, diz Guedes em meio a avanço da pandemia

FÁBIO PUPO E DANIEL CARVALHO
·3 minuto de leitura
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 04.02.2021 - Ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 04.02.2021 - Ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que a arrecadação federal de fevereiro alcançou um recorde para o período e que a economia do país "está começando a decolar de novo".

"A arrecadação em fevereiro deste ano [é um] recorde histórico para fevereiros", afirmou ao lado de Bolsonaro durante reunião da frente parlamentar da micro e pequena empresa. "A economia voltou em V e está começando a decolar de novo", disse.

As afirmações são ditas em um momento em que governadores e prefeitos aumentam as restrições das atividades devido ao avanço da Covid-19, indicadores como a inflação chamam a atenção de analistas ao subir acima das estimativas e economistas apostam no aumento da taxa básica de juros já neste mês.

O ministro lamentou as mortes pela Covid chamando a pandemia de tragédia humana e defendeu a vacinação em massa da população.

"Evidentemente, vacina em massa de um lado para o retorno seguro ao trabalho. E, de outro lado, girar a economia. É isso que estamos olhando para a frente", disse.

Para ele, a saúde deve ser colocada em primeiro lugar. "Temos que cuidar da saúde, evidentemente. saúde em primeiro lugar. Sem saúde, não tem trabalhador, pequena e média empresa, não tem economia, mas não podemos descuidar da economia, que é sempre a ênfase do discurso que o presidente fez", disse.

"Economia e saúde andam juntos. Seguimos desde o início essa orientação", afirmou.

Guedes disse que o PIB (Produto Interno Bruto) neste ano vai crescer pelo menos 3%, como indicam as previsões após a queda de 4,4% nem 2020. "Não entro na área da saúde, mas na economia tenho que dizer o seguinte: a economia está de novo decolando", disse.

"Neste ano, temos uma taxa praticamente garantida de 3%, 3,5%. E pode ser muito mais dependendo da nossa capacidade de juntos formularmos as soluções", disse.

Guedes disse que o governo vai reeditar o programa de manutenção de empregos e que está formulando novas medidas, como um seguro emprego.

"Por que não dar R$ 500 para ter um seguro emprego? Em vez de esperar alguém ser demitido e dar R$ 1.000, vamos evitar a demissão pagando R$ 500 antes. Em vez de uma cobertura de quatro meses, como é o seguro desemprego, vamos fazer uma cobertura de 11, 12 meses, pela metade do custo", disse ao participar virtualmente de encontro da frente parlamentar da micro e pequena empresa.

Conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo, Guedes vem trabalhando em medidas como o do seguro emprego que amenizem os custos para os cofres públicos.

O ministro ressaltou a relevância do Congresso nas discussões e lembrou da aprovação recente da autonomia do Banco Central, em sua visão uma medida importante para que o aumento de preços verificado durante a pandemia não se perpetue. "É um aumento transitório", disse.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta semana, veio acima das projeções de mercado e fechou fevereiro em 0,86%. A variação em 12 meses foi de 5,2% e coloca o indicador praticamente no teto da meta de 5,25% (a meta é 3,75% com 1,5% de banda). Entre os vilões estiveram os combustíveis.