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Economia deve pesar sobre resultados de eleições na Argentina

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Os argentinos vão às urnas no domingo para as eleições de meio de mandato, onde a coalizão governista pode perder o poder no Congresso para uma oposição revitalizada em meio à inflação acelerada e crescentes problemas econômicos.

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Os eleitores escolherão metade dos assentos da Câmara dos Deputados e um terço do Senado, em uma eleição que funcionará como um teste crucial para a frágil unidade do governo. A Argentina enfrenta uma negociação complexa com o Fundo Monetário Internacional que envolve mais de US$ 40 bilhões em empréstimos, com a economia afetada por uma inflação de 50%, índice de pobreza de 40% e sem acesso aos mercados de dívida internacionais.

“As portas estão se fechando, os problemas cada vez maiores, os custos para resolver esses problemas cada vez maiores e, como sempre, ninguém quer pagar esses custos”, disse Marina Dal Poggetto, diretora da consultoria EcoGo, em Buenos Aires. “A renda tem piorado, a pobreza aumentou; é uma bomba-relógio social.”

A coalizão governista peronista, herdeira do movimento político fundado pelo presidente Juan Perón na década de 1940, perdeu a maioria das disputas em setembro nas eleições primárias, expondo uma profunda divisão política entre o presidente argentino, Alberto Fernández, e a poderosa vice-presidente, Cristina Kirchner, que governou a nação de 2007 a 2015 com políticas vistas como contrárias às empresas.

Se os resultados das primárias se repetirem no domingo, a coalizão perderia a maioria no Senado e a primeira minoria na Câmara dos Deputados, onde controla 47% dos assentos em comparação com 45% da principal coalizão rival. A votação começa às 8h no horário local, e os resultados são esperados na noite de domingo.

No comício final da campanha na noite de quinta-feira, Fernández reconheceu algumas das carências de seu governo.

“A pandemia não me permitiu, nestes primeiros dois anos, fazer as coisas na velocidade ou na forma que gostaria”, disse o presidente ao lado de Kirchner, que não discursou. “Não é que não fôssemos capazes, o mundo nos colocou nesta situação.”

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