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Economia da Argentina deve registrar contração recorde de 20% no 2° tri com impacto de pandemia

Por Hernan Nessi
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Combinação de fotos mostra lojas fechadas em Buenos Aires devido à pandemia de coronavírus
Combinação de fotos mostra lojas fechadas em Buenos Aires devido à pandemia de coronavírus

Por Hernan Nessi

BUENOS AIRES (Reuters) - A economia da Argentina provavelmente teve contração de cerca de 20% no segundo trimestre do ano sobre o mesmo período do ano anterior, atingida pela pandemia do coronavírus e um lockdown nacional imposto em março, estimaram nesta terça-feira economistas consultados pela Reuters antes da divulgação oficial de dados.

Esse seria o pior trimestre desde pelo menos a década de 1980, de acordo com dados oficiais do governo, e uma queda mais acentuada do que qualquer período durante a maior crise econômica da Argentina, em 2002, quando a perda trimestral mais acentuada foi de 16,3%.

O país produtor de grãos sul-americano, em recessão desde 2018 e apenas emergindo de um default da dívida soberana, foi duramente atingido pela pandemia, apesar de um lockdown inicial duro. A Argentina já teve mais de 640 mil casos de Covid-19 confirmados e quase 13.500 mortes.

Uma pesquisa da Reuters com 14 analistas locais e estrangeiros resultou numa previsão de contração média de 19,9% para o período de abril a junho e uma estimativa mediana de contração de 19,6%. As previsões variaram de perdas de 19,4% a uma queda mais acentuada de 21,1%.