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Garrafas de vidro são apostas das empresas para o meio ambiente

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A group of plastic pet bottles placed in an row on a colorful background.
EcoSpirits pode eliminar cerca de mil garrafas de vidro descartáveis ao longo de sua vida (Crédito: Getty imagens)
  • 60% a 90% do dióxido de carbono associado à embalagem

  • Sistema alimentares reduziram 20% dos gases poluídos

  • EcoSpirits pode eliminar cerca de mil garrafas de vidro descartáveis ao longo de sua vida

Em vários setores, nos dias de hoje, a sustentabilidade é fundamental. No setor de alimentos e bebidas, por exemplo, não fica de fora. A forma como embalamos as bebidas é um fator importante para destacar. Evitar o desperdício de plástico, latas de alumínio e garrafas de vidro vem sendo prioridade para as empresas.

Com é explicado pelo Bloomberg Línea, a EcoSpirits, de Singapura, colocou uma mudança na forma como a bebida é transportada. Isso faz com que possa eliminar uma média de 60% a 90% do dióxido de carbono associado à embalagem.

Funciona da seguinte forma: diferente do tradicional, a empresa coloca o líquido em garrafas de vidro e ser transportadas, o produto recebe o líquido a granel. Assim, quando chega ao mercado, as bebidas são envasadas em recipientes menores e reutilizáveis chamadas de ecoTotes que são encaminhados ao local.

Quando chega o hotel, bar, restaurante, a bebida é colocada nas garrafas que os consumidores estão acostumados, ou colocada em um copo tradicional. Assim, os recipientes vazios são devolvidos à unidade para o reabastecimento. Assim, a EcoSpirits pode eliminar cerca de mil garrafas de vidro descartáveis ao longo de sua vida.

Sistemas alimentares sustentáveis reduziriam 20% dos gases poluentes até 2050

Um novo relatório internacional sobre sistemas alimentares revela que pelo menos 10,3 bilhões de toneladas métrica de gases de efeitos estuda seriam poupados ao ano se os sistemas de produção alimentar do mundo se tornarem, de fato, sustentáveis. O documento, publicado pela Global Alliance for the Future of Food avaliou as propostas climáticas de 14 países — e grande parte está distante do necessário.

A maioria dos planos climáticos avaliados não inclui ou prioriza os sistemas alimentares. Caso o mundo mude a maneira como produz, distribui, consome e descarta o alimento, essas 10,3 bilhões de toneladas métricas ao ano colocaria o planeta a 20% da meta de limitar o aquecimento global em até 1,5 °C até 2050.

O relatório avaliou a China, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Bangladesh, Colômbia, Egito, Quênia, Senegal, África do Sul e Vanuatu. Tirando França, Alemanha e Estados Unidos, nenhum país apresentou quais suas táticas para promover uma alimentação sustentável.

O documento também descobriu que nenhuma das nações avaliadas considerou as emissões de gases poluentes envolvidos nas importações de alimentos ou como elas podem intensificar o desmatamento e perda de habitats em outros pontos da Terra.

A adoção de uma abordagem de sistemas alimentares, destaca o relatório, cria resiliência climática. “E resulta em uma diversidade de soluções específicas de contexto para produção, distribuição, consumo e desperdício de alimentos”, acrescenta o documento.

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