Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.041,24
    -172,45 (-0,49%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

Eclipse solar parcial sobre o hemisfério norte

·1 minuto de leitura
Eclipse sobre a cidade de Nova York em 10 de junho de 2021

Os habitantes do hemisfério norte puderam admirar, nesta quinta-feira (10), um eclipse parcial do sol que percorreu uma faixa de aproximadamente 500 km do Canadá à Sibéria, passando pela Europa.

No pico desse chamado eclipse anular, a Lua lentamente deslizou à frente do Sol, deixando um fino anel luminoso atrás de seu disco preto, chamado de "anel de fogo".

Este espetáculo foi reservado aos poucos habitantes das latitudes mais altas, no noroeste do Canadá, extremo norte da Rússia, noroeste da Groenlândia.

Acima de Qaanaq na Groenlândia, a cidade mais ao norte do planeta, a ocultação do disco atingiu cerca de 90%.

O fenômeno também foi visível, embora apenas parcialmente, na América do Norte, partes da Europa e norte da Ásia.

Os curiosos tiveram que proteger os olhos com óculos especiais ou observar o evento por projeção, pois olhar diretamente para o Sol pode causar queimaduras irreversíveis na retina.

Em Londres, onde a Lua escondeu 20% do Sol, os observadores puderam ver o eclipse através das nuvens.

É o primeiro eclipse solar do ano 2021 e o décimo sexto do século XXI. Este fenômeno astronômico ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol estão perfeitamente alinhados.

Se o eclipse ocorre quando a Lua está no ponto mais distante em seu caminho ao redor da Terra, seu diâmetro aparente é menor e o eclipse é anular, deixando um anel luminoso visível.

Um eclipse total, que mergulha brevemente parte do planeta na escuridão, ocorre quando a Lua está mais próxima e seu diâmetro aparente é igual ou maior que o do Sol visto da Terra.

O próximo eclipse total ocorrerá em 4 de dezembro, mas só será visível da Antártica.

juc-nrh/may/mpm/mis/mb/mr