Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.923,93
    +998,33 (+0,90%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.234,37
    -223,18 (-0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,34
    -0,88 (-1,08%)
     
  • OURO

    1.811,40
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    17.009,76
    -13,29 (-0,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    404,33
    +2,91 (+0,72%)
     
  • S&P500

    4.071,70
    -4,87 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    34.429,88
    +34,87 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.556,23
    -2,26 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    18.675,35
    -61,09 (-0,33%)
     
  • NIKKEI

    27.777,90
    -448,18 (-1,59%)
     
  • NASDAQ

    11.979,00
    -83,75 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4940
    +0,0286 (+0,52%)
     

“É preciso paciência para as healthtechs”, diz Makoto Ikegame, CEO da Lenscope

Para Makoto Ikegame, CEO e fundador da Lenscope, investir no mercado de healthtechs é um bom negócio para quem pretende empreender. “É preciso ter mais paciência do que quem está no mercado de fintechs ou adtechs, mas vale a pena”, pondera.

De acordo com o executivo, a paciência é necessária porque muitas vezes para montar uma heathtech é preciso validações que as outras modalidades de startups não necessitam. “Se você precisa de uma Anvisa, de liberação de algum órgão regulador, pode demorar um pouco mais”, revela.

CEO da Lenscope: “É preciso paciência para investir em healthtechs”. Foto: Getty Images.
CEO da Lenscope: “É preciso paciência para investir em healthtechs”. Foto: Getty Images.

Ainda para Ikegame, as particularidades do mercado são exatamente o que o torna mais interessante. “Tem muita coisa bacana para ser feita em saúde. É o setor com mais complexidade mas também o que te dá mais oportunidade para somar”, explica.

O mercado de healthtechs vem crescendo nos últimos anos e empreendedores brasileiros têm apostado cada vez mais nesse modelo de startup. A pesquisa “Evolução das startups no setor de saúde” realizada pela Liga Ventures em parceria com a PwC Brasil aponta que, entre 2019 e 2022, o número de healthtechs no país cresceu mais de 16%. O estudo analisou a inovação no mercado focado nas soluções criadas por startups no período.

Makoto criou a empresa com um objetivo principal: democratizar o acesso de pessoas com problemas de visão a produtos de qualidade. “No processo, percebi que o grande desafio de saúde da visão não estava em oferecer armações mais bonitas, mais estilosas ou diferentes. O desafio do setor está em fazer as pessoas enxergarem”, conta.

O executivo destaca que os métodos utilizados para transformar uma receita em um óculos são os mesmos que eram usados no final do século XIX, e foi aí que ele encontrou uma brecha para fazer o negócio prosperar. “Havia um espaço para usar a tecnologia para transformar todo esse processo, para repensar essa experiência e trazer para o mundo moderno, tornando-a mais acessível para as pessoas".