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Duas pessoas morreram em ação policial em Anchieta; versões da PM e de familiares conflitam

·1 minuto de leitura

RIO — Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas durante uma ação policial neste sábado, dia 25, no Complexo do Chapadão, em Anchieta, na Zona Norte do Rio. De acordo com a PM, agentes do 41º BPM faziam uma patrulha quando foram atacados por criminosos armados e então começou uma troca de tiros. Já familiares dos mortos contestaram a versão em entrevista ao "RJ2", da TV Globo. A Delegacia de homicídios investiga o caso.

"A ação teve objetivo de coibir o roubo de veículos e carga na região. Posto que a análise dos dados de inteligência da unidade mostraram que houve um aumento destes crimes na área. Após estabilizar a situação, a equipe localizou três suspeitos feridos. Eles foram socorridos ao Hospital Estadual Carlos Chagas. Com os acusados, os policiais apreenderam duas pistolas, carregadores, munições, um conversor para submetralhadora, dois rádios comunicadores e material entorpecente", disse a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar, em nota.

Entre os mortos estão Willian Vasconcellos da Silva, de 38 anos, e o filho, Samuel Vicente, de 17. A namorada de Samuel, Camily da Silva Apolinário sobreviveu, mas ferida foi levada para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde espera por cirurgias. O quarto ferido não foi identificado até o fechamento desta reportagem.

— Não houve troca de tiros. Samuel e a namorada estavam no Chapadão para uma festa, saíram dela porque minha nora começou a passar mal. Meu marido foi buscá-los de moto, para levá-la na UPA. Não deu tempo porque eles foram alvejados no meio do caminho. Eu escutei os tiros. Meu marido é trabalhador, trabalhava na farmácia do lado da minha casa. Meu filho é estudante. Queria ser militar civil — lamentou Sônia Bonfim Vicente, parente das vítimas.

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