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Duas crianças morrem em tiroteio na Baixada Fluminense

NICOLA PAMPLONA
·2 minuto de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Duas crianças morreram após serem baleadas durante tiroteio na noite desta sexta (4) em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Emilly Victoria, 4, e Rebeca Beatriz Rodrigues dos Santos, 7, brincavam na porta de casa quando foram atingidas. Elas foram levadas por moradores para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na região, mas segundo a Secretaria Estadual de Saúde, já chegaram mortas ao local. Emilly foi baleada na cabeça e Rebeca, no tórax. A Polícia Militar diz que uma equipe do 15º BPM (Batalhão de Polícia Militar) fazia patrulhamento na região quando foram ouvidos disparos de armas de fogo. "Não houve disparos por parte dos policiais militares", afirmou a corporação. Ainda segundo a PM, o 15º BPM foi acionado depois para verificar a entrada de duas pessoas feridas na UPA. No local, foi constatado que tratavam-se de duas crianças. A Polícia Civil disse que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. "Diligências estão sendo feitas e a investigação está em andamento", afirmou a corporação, em nota. Dados da plataforma Fogo Cruzado, que compila registros de disparos de arma de fogo, a região metropolitana do Rio já soma 22 crianças baleadas em 2020, destas, 8 morreram. Outras crianças Neste ano, a primeira foi Anna Carolina de Souza Neves, 8, atingida por uma bala perdida na cabeça no sofá de casa em Belford Roxo, na região metropolitana, em 9 de janeiro. Vinte dias depois, foi a vez de João Vitor Moreira dos Santos, 14, também baleado na cabeça quando voltava de uma festa com a família no bairro Vila Kosmos, zona norte do Rio. Em 6 de fevereiro, Luiz Antônio de Souza Ferreira da Silva, 14, foi atingido na perna assim que saiu de uma consulta no psicólogo com a mãe adotiva em São João de Meriti, também na região metropolitana, e morreu no dia seguinte. Um dos casos que causou maior comoção foi o do menino João Pedro Mattos, 14. Ele foi baleado nas costas dentro da casa de seus tios durante uma operação. Os três policiais que fizeram a incursão dizem que houve troca de tiros com bandidos que fugiram pelo muro, mas os primos de João afirmam que não havia bandidos e que os agentes chegaram atirando.