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Dr. Jairinho poderá ter sua medalha Tiradentes revogada pela Alerj

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RIO - O vereador Dr. Jairinho (sem partido), preso acusado de torturar e matar o seu enteado, o menino Henry Borel, de 4 anos, poderá perder sua medalha Tiradentes, maior honraria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Na na próxima quarta-feira, dia 19, a Casa votará a revogação da homenagem concedida ao Dr. Jairinho em 2007, uma solicitação feita pelo deputado Noel de Carvalho (PSDB) e apoiada por 33 parlamentares.

O projeto para a revogação da medalha Tiradentes do vereador foi protocolado na Alerj em 12 de abril e publicado no Diário Oficial do estado no último dia 28. Nesta sexta-feira, dia 15, foi publicado no Diário Oficial um parecer favorável da Comissão de Normas Internas e Proposições Externas da Alerj para o projeto. Se aprovado, será revogada a resolução 207/2007, que concedeu o título a Jairinho.

O parecer, assinado pelo relator deputado Rodrigo Bacellar (SDD), cita o indiciamento do vereador Jairinho por homicídio duplamente qualificado e a sua expulsão sumária de seu antigo partido, o Solidariedade — que foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores do Rio com pedido de cassação de seu mandato. O parecer cita ainda outras duas acusões de tortura que teriam sido cometidas por Jairinho.

— Esse caso trouxe à tona um comportamento do vereador que não está à altura de um homem público e de um médico. São muitas questões envolvendo o Dr. Jairinho, por isso espero que meus pares votem pela revogação da medalha. Sou pai, avô e bisavô, e a morte do menino Henry dói na nossa alma — disse o deputado Noel de Carvalho.

A medalha, honraria máxima concedida pelo estado a personalidades que tenham prestado bons serviços ao estado, ao Brasil e à Humanidade, foi entregue a Jairinho em outubro de 2007, pelo então deputado Antonio Pedregal. Na justificativa para a entrega do título, o texto diz que “uma das questões que mais preocupam o vereador, como médico, é a falta de uma política séria de prevenção na área da infância e da juventude” e que “os seus projetos de lei demonstram a sua preocupação com a saúde da população”.