Dow Jones fecha em alta de 1,08%

Nova York, 1 fev (EFE).- O índice Dow Jones Industrial, o principal de Wall Street, fechou nesta sexta-feira em alta de 1,08% e superou a barreira dos 14.000 pontos pela primeira vez desde outubro de 2007, estimulado pela divulgação de dados macroeconômicos positivos nos Estados Unidos.

Esse indicador, que reúne 30 das maiores empresas americanas, perdeu 49,84 pontos, para 13.860,58. Já o índice seletivo S&P 500 caiu 0,26%, para 1.498,11 pontos, e o indicador da bolsa eletrônica Nasdaq recuou 0,01% e fechou aos 3.142,13.

Esse indicador, que reúne 30 das maiores empresas americanas, somou 149,21 pontos, para 14.009,79. Já o índice seletivo S&P 500 subiu 1,01%, para 1.513,17 pontos, e o indicador da bolsa eletrônica Nasdaq avançou 1,18%, para 3.179,10.

Os investidores foram às compras no último pregão da semana depois da diulgação de que a economia americana criou 157 mil empregos em janeiro, em linha com as expectativas, embora a taxa de desemprego tenha subido um décimo, para 7,9%.

A alta se intensificou ainda mais quando se soube que a confiança dos consumidores americanos se recuperou no mês recém encerrado, e que o setor manufatureiro se expandiu pelo segundo mês consecutivo - dados que apontam para uma recuperação sustentada da maior economia do mundo.

Também influiu sobre os números verdes a bem-sucedida estreia na Bolsa dos títulos da Zoetis, divisão de saúde animal da farmacêutica Pfizer (1,28%), que dispararam 19,2% após terem arrecadado US$ 2,2 bilhões com sua oferta pública de venda de ações (OPV).

Das 30 empresas que compõem o Dow Jones, 28 terminaram o dia com papéis em alta, sendo as mais destacadas as de Bank of America (3,45%), United Technologies (2,59%), Verizon (2,18%) e AT&T (2,07%). Já a principal queda foi a da Merck (-3,28%), que revelou que no quarto trimestre sofreu uma queda nas vendas de 5%, para US$ 11,738 bilhões, e por isso seu lucro líquido caiu 7% no ano, para US$ 1,401 bilhão.

Em outros mercados, o preço do ouro subiu para US$ 1.670,6 a onça, e a rentabilidade da dívida americana a 10 anos avançava para 2,02%. EFE

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